Copa do Mundo estimula compra de eletrônicos

Thursday, May 6, 2010 14:31
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Como a Copa do Mundo movimenta diversos setores do País, incluindo a indústria de eletroeletrônicos, o ShoppingUOL, ferramenta de comparação de preços do UOL, espera que o aumento no número de buscas por novos aparelhos de TV mantenha a taxa de crescimento em 44% até o mês de junho.

A projeção supera a expectativa do restante do mercado. Segundo estimativa, da Associação Nacional dos Fabricantes de Eletroeletrônicos, deverão ser vendidos mais de 12 milhões de televisores em 2010, resultado 30% maior que o ano anterior.

“Um dos fatores que aquecem o mercado é a transmissão de todos os jogos da Copa do Mundo em alta definição, mesmo nos canais abertos. Aliado às promoções e linhas de crédito disponibilizadas pelos varejistas, cria o cenário ideal para motivar os consumidores”, destaca Enor Paiano, Diretor de Publicidade do UOL.

A expectativa é que a realização do principal evento esportivo de 2010 provoque uma inversão no hábito de consumo do brasileiro, que, normalmente, concentra suas compras no segundo semestre. Pensando nisso, o ShoppingUOL antecipou o aumento de demanda e já disponibiliza quase 600 ofertas cadastradas de TV LCD.

“A preocupação não é apenas oferecer a maior quantidade de ofertas do mercado, mas também verificar que as lojas responsáveis por estas ofertas atendam a padrões de segurança e confiabilidade. Sempre com o objetivo de permitir que os clientes ShoppingUOL encontrem as melhores opções de compra”, complementa o executivo.

Sobre o Shopping UOL

Lançado em 2006, o ShoppingUOL é uma ferramenta de comparação de preços. Como parte do grupo UOL, atingiu o segundo lugar entre os comparadores de preços brasileiros em menos de dois anos. Por ser uma mídia utilizada no momento da decisão de compra, o ShoppingUOL tem garantido a lojistas e parceiros um tráfego altamente qualificado, recebendo mais de 20 milhões de visitantes todos os meses. Seguindo a filosofia do grupo UOL, o ShoppingUOL só trabalha com lojas de primeira linha, aumentando a segurança de todos os usuários que procuram o menor preço

Sobre o UOL

O UOL é a principal empresa brasileira de conteúdo e serviços de Internet. De acordo com o Ibope, seu portal é líder no País, alcançando uma audiência residencial superior a 27,8 milhões de visitantes únicos e mais de 4,326 bilhões de páginas vistas por mês. Pioneiro na Internet brasileira, o UOL conta com 2,5 milhões de assinantes pagantes para os serviços de acesso, conteúdo e produtos. Oferece o mais extenso conteúdo disponível em língua portuguesa, com mais de 1.000 canais de jornalismo, informação, entretenimento e serviços. Credibilidade e inovação são valores da empresa. Possui a mais completa plataforma de produtos e serviços da Internet, nas áreas de publicidade online, comunicação, comércio eletrônico, hospedagem e segurança.

 

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Por que você deve montar uma loja virtual?

Wednesday, May 5, 2010 11:17
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O e-commerce no Brasil é hoje um mercado em expansão. Comparado a outras atividades, possui o maior crescimento, uma média de 40% ao ano. Segundo dados publicados pela e-bit, deve movimentar R$ 8,5 bilhões em 2008. Ficar fora do comércio eletrônico significa perder boas oportunidades. Por isso monte a sua loja virtual. Só não esqueça que atuar neste mercado promissor é mais do que abrir um canal de vendas, é um negócio lucrativo que exige profissionalismo.

  • As lojas virtuais têm inúmeras vantagens se comparadas a lojas físicas.
  • As lojas virtuais ficam acessíveis ao cliente 24 horas por dia, 7 dias por semanas.
  • Na Internet não existem limites geográficos, o comércio deixa de ser local.
  • O lojista que tem uma loja virtual pode vender para todo o Brasil e até no exterior.
  • Os custos de implantação de uma loja virtual são mais baixos que uma loja física, por isso muitas vezes o preço na Internet é mais competitivo.
  • As informações de produtos ou serviços podem ser mais detalhadas e ficam sempre disponíveis ao cliente na loja virtual.
  • O cliente tem a comodidade de realizar suas compras em casa, sem precisar gastar dinheiro e tempo com deslocamentos.

Antes de montar a sua loja virtual verifique qual é o melhor nicho para você atuar e qual o público que irá comprar os seus produtos. Após definir a melhor oportunidade para o seu negócio, invista em uma loja com boa qualidade, tanto dos produtos quanto na estrutura, que deve oferecer uma boa navegação aos compradores. Ninguém quer ter prejuízo na hora de comprar e nem de vender, por isso invista em uma solução segura e flexível, que acompanhe o crescimento de seu negócio sem trazer danos a sua loja e seus clientes.

Fonte: CiaShop

 

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Pequenas empresas aderem ao comércio eletrônico

Monday, May 3, 2010 17:42
Posted in category Aumente suas Vendas

Luís Sampaio é um dos proprietários da Mundo Corrida, loja de artigos para praticantes de corrida de rua. O site vende camisetas, tênis e medidores de frequência cardíaca, entre outros itens relacionados à modalidade.

A empresa iniciou as atividades em março de 2009 pelo mundo virtual, mas já planeja abrir lojas físicas na capital paulista, em Brasília e Belo Horizonte. Com faturamento anual na casa dos R$ 2 milhões, Sampaio é um exemplo de pequeno empresário que encontrou na internet uma aliada para iniciar e expandir seu empreendimento.

Os números mostram o crescimento da popularidade da rede como canal de venda entre os pequenos empresários. Segundo dados da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net), organização que desenvolve e monitora meios seguros de transações virtuais, em 2009, 20% dos R$ 10,5 bilhões faturados com o comércio virtual, ou e-commerce, entraram nos caixas de empresas de pequeno porte.

Gerson Rolim, diretor executivo da Camara-e.net, afirma que a participação das pequenas empresas nas vendas virtuais cresceu de 19%, em 2008, para 20% no ano passado. Rolim explica que a grande oportunidade dos pequenos está no atendimento a públicos específicos.

“Alguém que comercialize roupas de tamanho grande (manequins 48 a 56) ou artigos para consumidores que têm um hobby”, exemplifica.

Ele acredita que, além de evitar a guerra de preços com companhias de maior musculatura econômico-financeira, a prática permite oferecer um conhecimento diferenciado das necessidades do público, caminho seguro, garante ele, para atrair clientes.

A inexistência de fronteiras na internet obriga o empresário a ter uma operação de logística bem estruturada, a fim de entregar os pedidos em tempo hábil.

“O mercado conta com várias empresas especializadas em serviços de entrega, inclusive os correios (ECT)”, diz o diretor da Camara-e.net.

Rolim observa que outro ponto importante do negócio é uma estrutura que permita a segurança financeira das operações. O mercado conta com empresas que oferecem ferramentas de processamento de pagamentos por meio de cartões e análise de risco de crédito dos clientes, além da proteção contra fraudes.

“Cerca de 80% das operações no comércio virtual são pagas com cartão de crédito”, explica ele.

Igor Senra, diretor de operações da MoIP, empresa especializada em tecnologia financeira e em gestão de pagamentos na internet, afirma que a representatividade dos pequenos varejistas (faturamento anual até R$ 180 mil) na carteira da empresa, subiu de 8,2% em 2008 para 9,6% em 2009. Atualmente, afirma Senra, é possível montar um site próprio a partir de R$ 30.

A alternativa à página própria são sites que permitem o cadastramento de produtos para venda e gerenciam toda a operação até conclusão do pagamento (leia texto nesta página). Foi a opção de André Paschoin, que há 13 anos conserta fogões, refrigeradores e máquinas de lavar e em 2006 ampliou seu negócio com reforma e venda destes produtos.

“Miro quem não têm condições de comprar o produto novo”, diz.

Segundo Paschoin, a venda de unidades reformadas representa cerca de 45% de sua receita mensal, hoje em torno de R$ 8,8 mil, que inclui serviços de conserto e venda de peças de reposição para outros estados.

“No caso das peças, deixei São Paulo de fora para não concorrer comigo mesmo.”

Fonte: Último Segundo

 

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Saiba como otimizar a sua loja virtual para os mecanismos de busca

Sunday, May 2, 2010 7:00

O Search Engine Marketing, ou SEM, é uma importante estratégia de marketing para qualquer empresa de comércio eletrônico, tanto para o consumidor de seus produtos, quanto para sua imagem corporativa. Com as dicas de SEM pretendemos ajudá-lo na otimização de sua loja virtual, para que essa seja bem visualizada e divulgada nos mecanismos de busca.

1º Crie nomes relevantes para seus produtos

O nome dos produtos em sua loja virtual, assim como os itens do Menu são de fundamental importância para o seu negócio ter destaque no Google. Esse indexa as palavras-chaves, por isso verifique os nomes mais procurados nos mecanismos de busca e relacione com a sua loja, de acordo com as suas atividades.

2º Além de vender, descreva os seus produtos

O Google e outros buscadores trabalham com a informação nos textos, por isso aproveite o espaço de descrição dos produtos em sua loja virtual e coloque todas os dados importantes. Quanto mais detalhadas as descrições, melhor será a indexação pelos mecanismos de busca. As informações devem ser relevantes ao usuário, deixando-o bem informado quanto ao item escolhido para pesquisa.

3º Crie títulos diferentes para cada página

Outra dica para otimizar a sua loja virtual é a criação de títulos diferentes para cada página. Desta maneira há uma maior exposição de palavras-chaves e termos relevantes para os buscadores.

Fonte: CiaShop

 

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O que fazer depois de montar a sua loja virtual?

Saturday, May 1, 2010 7:00
Posted in category E-Commerce

 

O sucesso de seu e-commerce depende de diferentes fatores, como logística, métodos de pagamento, estrutura da loja virtual, qualidade do atendimento, entre outros. Um item decisivo para um bom desempenho no comércio eletrônico são as campanhas de Marketing, com a publicidade online seu público alvo será informado das promoções especiais e lançamentos.

 

 

Para medir o ROI (Retorno do Investimento) o Google disponibiliza uma ferramenta gratuita chamada de Analytics que quantifica os visitantes, assim como oferece informações sobre como os usuários encontraram o site, por onde navegam e quando cumprem os seus objetivos.

Com a identificação e posterior análise das preferências e comportamento dos visitantes, os dados podem ser utilizados para direcionar o conteúdo do site, com o objetivo de aumentar o número de conversões, otimizando as estratégias de Marketing, tornando-as mais eficazes e dirigidas. Em sua loja virtual pode-se verificar o número de conversões em determinada promoção, quais são os produtos mais acessados, como o visitante acessa a sua loja, entre outros.

É possível monitorar vários sites ao mesmo tempo, o único limite são cinco milhões de visitas de páginas por mês, que é removido se o usuário tem campanha no Google Adwords. Com vários perfis de um site em sua conta, é possível visualizar relatórios individuais para domínios e subdomínios específicos.

Acesse agora mesmo o Google Analytics e comece a monitorar a sua loja virtual!

 

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Como aparecer na primeira página do Google?

Friday, April 30, 2010 11:50
Posted in category Desempenho na Web

O que fazer para seu site/loja virtual aparecer na primeira página de resultados do Google?

Assista o vídeo abaixo e aprenda!

 

- Aprenda mais sobre SEO!

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Ticket Médio e Dia das Mães

Friday, April 30, 2010 10:43

Em primeiro lugar, o que é ticket médio. É um indicador básico do desempenho de vendas de uma loja que se calcula dividindo o valor total de vendas pelo número de pedidos. Quanto maior melhor é o desempenho da loja. Obviamente existem alguns ajustes a serem feitos na metodologia para que se possa comparar setores diferentes, mas a evolução percentual do ticket médio já representa um bom indicador.

O gasto médio do consumidor que fez compras pela internet durante o ano de 2009 ficou em R$ 335, segundo balanço da E-bit. Esse foi o maior gasto médio das pessoas desde 2001, quando o valor foi de R$ 205. O tíquete médio também foi maior que o registrado em 2007, quando ficou em R$ 302.

De acordo com a E-bit, o tíquete médio anual registrado no ano passado foi consequência da preferência dos e-consumidores por produtos de maior valor agregado, como Eletrodomésticos e Informática, que foram, respectivamente, terceira e quarta categorias mais vendidas na web no ano passado.

O tíquete médio registrado no Natal foi o maior do ano passado, quando ficou em R$ 362. Para esta data, os produtos de informática foram os mais comprados (9% do total).

No Dia dos Pais, o gasto médio por pessoa ficou em R$ 346, sendo que, nesta data, 6% dos produtos comprados pela internet foram do segmento de telefonia/celulares.

Já o Dia das Crianças – ticket médio de R$ 339 – quando brinquedos e games foram maioria nas compras, teve o valor do tíquete médio superior ao do Dia das Mães (R$ 337), quando os eletrodomésticos foram mais comprados, com 14% do total.

O Dia dos Namorados foi a data comemorativa que registrou o menor tíquete médio, de R$ 330. Os produtos mais comprados pela internet nesta data foram os de Saúde, Beleza e Medicamentos, com 14% de representatividade.

Projeções Para o Dia das Mães

Segundo a E-bit, as lojas virtuais devem faturar 620 milhões de reais somente em vendas relacionadas ao Dia das Mães.

As vendas online no Brasil devem registrar crescimento de 40% no dia das mães deste ano, em relação ao mesmo evento de 2009, segundo a empresa de pesquisa e marketing online E-bit. A previsão é de que as lojas virtuais faturem 620 milhões de reais com a data comemorativa.

A tecnologia continua liderando a lista de presentes. Segundo a consultoria, os presentes mais procurados incluem eletrônicos, eletrodomésticos, celulares e computadores portáteis, como nos anos anteriores.

Ainda segundo a E-bit, o comércio eletrônico geral deve obter uma receita de 13,6 bilhões de reais em 2010, aumento de 30% em relação a 2009, que registrou um faturamento de 10,6 bilhões.

Fontes: Ikeda e IDGNow!

 

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Quanto Custa Montar Uma Loja Virtual?

Thursday, April 29, 2010 10:55
Posted in category E-Commerce

Essa é uma pergunta que sempre nos fazem, mas a resposta não pode ser genérica nem abrangente sob o risco de sair completamente da realidade do mercado. Montar uma loja virtual é coisa séria e não adianta tentar pegar atalhos. Barato e fácil não é, ao contrário do que dizem várias pessoas e alguns provedores de hospedagem que oferecem soluções “mágicas”. Tem muita tecnologia envolvida e certamente muito estudo e treinamento a ser feito. Bicho de sete cabeças também não é, mas a falta de informação tem selado a sorte de várias iniciativas que poderiam dar certo. Montar uma loja virtual é apenas um dos passos para um Projeto de E-Commerce completo, mas quanto será que custa?

Quais São os Custos?

Em primeiro lugar você deve ver o custo da plataforma de e-commerce que irá usar. Isso vai variar em muito, dependendo da solução. Soluções open source certamente são uma opção válida, mas dependendo da complexidade podem ficar bem salgadas em termos de preço. A vedete do mercado atualmente, o sistema Magento, não sai por menos de R$ 5.000 em uma instalação profissional. Outras soluções open source ficam até mais em conta, mas sua usabilidade a médio e longo prazo e questionável porque o Magento estabeleceu um novo patamar tecnológico no mercado e todas as outras soluções de e-commerce tendem a seguir estes padrões.

Plataformas alugadas ou outros sistemas fazem parte da lista, mas sua aplicabilidade depende dos recursos disponíveis como opções para SEO e outras sem as quais o sucesso do empreendimento fica comprometido. Hoje em dia SEO é tudo em termos de divulgação, portanto, qualquer plataforma que não possua este tipo de recurso esta automaticamente excluída do leque de opções.

Divulgação da Loja

Montar um e-commerce sem preocupação com a divulgação é o famoso tiro-no-pé. Se na loja física todo mundo fica preocupado com a propaganda, porque agir diferentemente quando o assunto é a criação de uma loja virtual. Elas precisam de muita divulgação seja através de estratégias de SEO ou SEM. Se você não consegue ser listado(a) em ferramentas de busca – ver artigo – em posições de destaque compromete em muito o sucesso do negócio.

O marketing digital desempenha papel fundamental no plano de negócios de qualquer projeto de e-commerce hoje em dia. Relevar essa variável é não levar a sério o seu próprio projeto. Dentro de qualquer planejamento esta verba deve ser determinada com bastante critério, pois nos primeiros momentos da loja o uso do marketing digital é bastante intensivo.

Treinamento

O gerenciamento de lojas virtuais está ficando cada vez mais profissional e sua gestão tem que acompanhar esse movimento. Nem pensar na solução baratinha de passar a administração da loja para “a menina da contabilidade que sabe de Internet”. Não que ela não tenha capacidade para isso, mas em termos de comércio eletrônico é necessário muito mais que conhecimento sobre navegação na rede.

É necessário conhecer os mecanismos do e-commerce, não só para gerenciar o negócio, como também para identificar oportunidades e se prevenir contra as ameaças do mercado. O treinamento tanto na etapa de planejamento para implementação da loja virtual, quanto na etapa de operacionalização do software de gestão, otimização da loja para ferramentas de busca, monitoramento dos acessos – Google Analytics - e outras funções é essencial para o sucesso de um projeto.

Fonte: Blog do Curso de E-Commerce

 

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Internet Forma Opinião do Consumidor

Wednesday, April 28, 2010 17:18
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Mais de 90% dos internautas pesquisam na web antes de comprar um produto ou contratar um serviço. Este é um dos números de estudo divulgado pela empresa de pesquisas TNS Research International. E a influência do consumidor no processo de compra não para por aí. O boca-a-boca digital marca a sua presença: 76% dos entrevistados procuram dados em fóruns ou blogs, 50% deles já chegaram a mudar sua opinião sobre uma compra ao encontrarem uma opinião negativa e 28% fecharam a negociação baseados no relato de outros consumidores.

No relatório, intitulado “Decodificando as Necessidades Digitais”, a TNS alerta que a internet é um espaço cada vez mais estratégico na ampliação de visibilidade de empresas e marcas. Ao mesmo tempo, constata que muitas companhias não sabem como atuar junto aos consumidores da web.

Realizada em janeiro, a pesquisa entrevistou mil usuários da web de ambos os sexos, com idade de 16 a 35 anos, residentes nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro (RJ), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE) e Salvador (BA).

E-commerce no radar

Segundo o levantamento, o porcentual dos que usam a internet para pesquisar sobre produtos e serviços antes de comprar ou contratar é de 92%. Para estes, as principais fontes são os sites de e-commerce e os serviços de comparação de preços na web.

O uso prioritário da rede para visualização de e-mails faz parte do perfil de 99% dos entrevistados, seguido pelo uso de redes sociais (93%) e serviços de mensagens instantâneas (92%).

Os dados da TNS Research ajudam a entender as principais atividades dos internautas em cada um dos principais segmentos de interação online (blogs, sites, fóruns, redes sociais e entretenimento) e quais são as implicações disso para o setor de marketing.

O uso das redes sociais como veículo para compartilhar de informações (43%), por exemplo, pode ser explorada por campanhas de marketing viral. É o caso da campanha de lançamento da operadora Aeiou: em 2008, a empresa gravou um vídeo promocional com algumas figuras populares do YouTube.

Interessados em divulgar a nova aparição de cada um dos personagens, anteriormente conhecidos por alguma situação interessante ou engraçada, os próprios internautas divulgaram entre si a marca da empresa.
Para as companhias que querem explorar esse potencial, a gerente da área de consumo da TNS, Ana Sequeira, avisa: a interação da empresa com a comunidade online deve ser sutil e não invasiva.

Fonte: Idéia 2.0

 

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Como a sua empresa seduz?

Wednesday, April 28, 2010 10:16
Posted in category Aumente suas Vendas

As marcas adotam basicamente três tipos de perfil nas redes sociais. Cada um procura conquistar e seduzir de uma forma diferente. Qual a estratégia que sua empresa adota quando deseja ser “mais social”?

Redes sociais estão na moda. Antigamente todo empresário achava que ter o site da empresa site era um item fundamental, como ter um cartão de visita.

Agora, alguns acreditam que ter vários perfis em redes sociais e um blog institucional também é necessário neste “marketing moderno”.

Mas o importante aqui, acredito que como tudo na vida, não é o que você tem, mas o que você faz com aquilo que possui.

Sites lindos que não servem para nada ou páginas que os clientes não acessam por falta de interesse ou utilidade são comuns na web. Agora vem uma onda de perfis corporativos inúteis que não fazem nada também e nem convertem em vendas.

Ter não é uma tarefa difícil, mas fazer com que aquela ferramenta tenha alguma relevância para o negócio, isto sim, é quando começamos a falar de estratégia realmente.

Neste texto, irei falar dos três tipos mais comuns de estratégias corporativas em redes sociais comparando com algo que todo ser vivo conhece, ou já ouviu falar. O jogo da sedução, a conquista das pessoas, que pode não parecer, mas tem tudo a ver com a conquista do cliente pela empresa que deseja ser “mais social”.

Os perfis que as empresas adotam

Imagine uma situação em que três gêmeos, praticamente iguais em aparência e em status financeiro, mas que na esfera social tenham perfis diferentes.

O primeiro tem um perfil de “forçar a barra” – é aquele que sempre faz amizade com os outros para cobrar, ganhar algo em retorno. Puxa as pessoas para manter contato com ele e com isto acaba repelindo cada vez mais. Pega no braço das meninas na balada, fica com raiva mortal ao ouvir um não e a maioria das pessoas não se sentem confortáveis em sua presença.

O segundo irmão tem o perfil de “paga lanche”. É uma figura conhecida e sempre acompanhado de muitos, mas isto não tem nada a ver com carisma. Na verdade ele sempre fornece alguns agrados para aqueles que desejam socializar com ele. Poucos sabem mais que o seu primeiro nome, o que ele fala quase não possui relevância e seu momento de atenção dura o tempo da garrafa de uísque que pagou.

O terceiro irmão tem o perfil mais “interessante” dos três e talvez por isso consiga se socializar com pessoas mais agradáveis. Alguns acreditam que ele tenha algum tipo de química ou segredo, mas a maioria das pessoas gosta de estar perto dele, pois sempre está sorrindo. Ele cumprimenta e conhece todo mundo, gosta de ouvir bastante e quando fala sempre sai algo positivo, legal ou original.

Como os três irmãos, as empresas quando pensam em entrar no jogo social adotam um destes três perfis.

Algumas “forçam a barra” e saem adicionando e enchendo de mensagens irrelevantes a maior quantidade de usuários que podem.

Outras fazem trocas através de prêmios e promoções, seguindo o perfil do “paga lanche”. Elas praticamente assumem que são mais interessantes que uma pedra para a interação, mas mesmo assim oferecem algo de valor se o usuário fazer este sacrifício.

Por último, vêm as empresas que oferecem simplesmente a sua presença e seu conteúdo para o usuário e estes, enxergando relevância, naturalmente seguem, compartilham e principalmente compram.

Agora cabe a cada gestor analisar sua presença atual. Nenhuma empresa quer ser “força a barra” ou “paga lanche”, não é mesmo?

Fonte: Webinsider

 

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E-commerce para Havaianas

Tuesday, April 27, 2010 16:26

Responsável por 80% do mercado de chinelos de borracha no país, segundo informações da revista Veja, a marca representa pelo menos R$ 1,2 bilhões de faturamento do grupo Alpargatas.

Na loja online estarão disponíveis, além dos chinelos, cerca de 150 produtos entre os quais bolsas, toalhas, chaveiros, meias, pingentes de celulares e sacolas. O site oferece o recurso de Zoom Automático, que torna possível ao consumidor visualizar com detalhes o que deseja comprar.

A promoção de inauguração oferece frete grátis em compras acima de R$ 99.

Além das Havaianas, a Netshoes atende também a clientes como Americanas, Nike, Reebok, Adidas, Asics e Puma. A empresa é titulada na categoria “Diamante” do e-Bit, considerado o Oscar do e-commerce nacional.

Sapato online

O grupo Alpargatas segue o case das lojas Melissa, empresa especializada em sandálias de plástico que faturou R$ 6 milhões com seu e-commerce, no ano passado.

De acordo com Paulo Antônio Pedó Filho, gerente da Melissa, o desafio das empresas calçadistas é ultrapassar a resistência do brasileiro em comprar sapatos on-line, ou seja, sem experimentar o produto.

Ultrapassada esta barreira, há redução significativa de custos, se comparado a uma loja offline, afirma Pedó Filho.

“Estamos abertos 24 horas, conseguimos cobrir a sombra de distribuição e oferecemos todos os modelos de sapatos”, declarou o executivo.

Fonte: Baguete.com.br

 

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Por que Lojas Virtuais Fecham?

Tuesday, April 27, 2010 10:16
Posted in category Desempenho na Web

É fato que mais de 60% das lojas virtuais que são abertas no Brasil fecham com menos de 1 ano de existência. Por que isso? Será que no Brasil esse é um segmento que não pegou? Nada disso, fecham por falta de conhecimento sobre o que realmente é o comércio virtual e por falta de preparação da administração e do pessoal encarregado do gerenciamento da loja. Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacitação tanto dos administradores quanto do pessoal de apoio é cada vez mais um fator básico para o bom desempenho de um negócio e no comércio eletrônico não é diferente.

Veja quais são as principais causas de fracasso das lojas virtuais no Brasil:

1 – Falta de Planejamento

Muitos empreendedores subestimam a complexidade do comércio eletrônico e não se preparam adequadamente para participar deste segmento de mercado. O desconhecimento das ferramentas de e-commerce e características próprias deste setor levam a gastos desnecessários ou subutilização de recursos, o que acarreta aumento de custos operacionais com redução de margens de lucro e conseqüente perda de competitividade. Antes de começar seu empreendimento online procure se informar o máximo possível através de treinamentos disponíveis para este tipo de negócio ou muita pesquisa.

2 – Falta de Foco No Mercado

Um erro muito comum é abrir uma loja virtual para “vender de tudo”. Isso não funciona para o pequeno e médio empresário. A tendência do mercado virtual é cada vez mais se concentrar em nichos de mercado e conseguir excelência nesses segmentos. A competição com as grandes redes é inviável e por isso o empreendedor digital deve procurar segmentos de mercado que aparentemente não interessam a essas grandes redes por questão de volume de negócios ou logística. As oportunidades nesses nichos de mercado são muitas e altamente rentáveis. Na Internet, qualquer pequena fatia de mercado representa milhões de consumidores.

3 – Improviso na Modelagem do Negócio

Comércio eletrônico é coisa séria e não tem espaço para improvisos. É comum ver ótimos projetos de e-commerce fracassarem simplesmente porque na hora da escolha de uma plataforma de e-commerce ou serviço de otimização para ferramentas de busca o cliente opta por uma solução improvisada que as vezes tem como único atrativo o preço, sem garantia alguma de profissionalismo. Ter a ferramenta ou serviço adequado às sua necessidades é fator chave para o sucesso de um negócio em um segmento cada vez mais técnico e profissional.

4 – Mão de Obra Não Qualificada

Gerenciar uma loja virtual requer muito mais que conhecimento sobre navegação na Internet. O gerenciamento e manutenção de uma loja virtual exige conhecimento em diversas áreas como marketing digital, otimização para ferramentas de busca, monitoramento de tráfego entre outras. Por isso, não se pode imaginar um empreendedor digital atribuindo as funções de gerenciamento de conteúdo de um site de e-commerce a um funcionário só porque ele “conhece de Internet”. A formação do gestor de e-commerce é essencial para a identificação de problemas no funcionamento e estrutura da loja assim como na prospecção de oportunidades e novos mercados.

5 – Divulgação Ineficiente

O fundador do Yahoo dizia que um site sem divulgação é como um outdoor no porão de uma casa. Realmente, não adianta ter uma loja virtual com ótimos produtos e preços altamente competitivos se o internauta não lhe vê e não consegue te achar. Boa colocação em ferramentas de busca, anúncios em sites de comparação de preços e presença atuante nas redes sociais são hoje em dia instrumentos decisivos para o sucesso de um negócio virtual. muitas lojas virtuais fecham justamente por acreditarem que o simples fato de estar na Internet gera tráfego de acesso automaticamente. O marketing digital desempenha papel vital no sucesso de um empreendimento no comércio eletrônico.

6 – Inércia Digital

Não é porque no ano passado sua loja teve um bom resultado com as estratégias que foram utilizadas que ela necessariamente apresentará o mesmo resultado se mantidas as estratégias anteriores. A Internet é extremamente dinâmica e tendências, tecnologias e novas formas de interação surgem a cada momento. As técnicas para otimização em ferramentas de busca mudaram profundamente nos últimos três anos e o Twitter se transformou em fenômeno em menos de 18 meses. O empreendedor digital deve estar atento a essas mudanças e adaptar seu negócio para estas novas tendências. Nenhum projeto de e-commerce está terminado, nó máximo eles ficam prontos. esteja sempre aberto a modificações e aperfeiçoamentos.

7 – Fraudes nos Pagamentos Online

Muitas lojas virtuais não resistem a quantidade de prejuízos nas vendas com cartões de crédito – chargeback – em sua vendas online e acabam fechando. Pior ainda, fecham e ainda ficam devendo em função de antecipações negativadas. Uma boa estrutura nas formas de pagamento online, principalmente no caso de cartões de crédito é indispensável para qualquer lojista virtual, já que o chargeback é apontado como fator de fechamento de diversos tipos de e-commerce, não apenas dos modelos de negócio baseados em relações B2B. Atualmente as opções de gateways de pagamento são mais diversificadas e é possível se previnir contra fraudes nos cartões de crédito de diversas maneiras.

8 – Falta de Monitoramento

Toda loja virtual precisa ter seus dados constantemente monitorados para que a administração possa saber o que realmente está acontecendo no negócio. A web análise é uma ferramenta essencial para a tomada de decisões no mundo virtual. Ignorar ferramentas como o Google Analytics equivale, em termos digitais, a não ouvir a opinião dos seus clientes em uma loja física. Muitos empreendimentos virtuais fracassam porque a administração não faz a mínima idéia sobre o que realmente está acontecendo em termos de acessos ao site e resultados de campanhas de marketing digital e tomam decisões baseadas em suposições e não dados reais.

Fonte: Blog do E-commerce

 

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Seminário de e-commerce - Lola Oliveira

Tuesday, April 27, 2010 9:50
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Loja Virtual “Crie Você Mesmo” – Não é bem assim…

Monday, April 26, 2010 10:43

Muitas vezes ao analisar a lista de recursos de um provedor de hospedagem você se depara com aquela oferta irrecusável, “Crie você mesmo a sua loja virtual de graça”. Bastante tentador não é, o que essa chamada se esquece de alertar é que caso você não tenha conhecimentos de programação essa tarefa é simplesmente impossível. Fora isso, existe o fato de que um sistema de e-commerce necessita de muitas outras coisas além do software para transformar o empreendimento em um sucesso de vendas. Para montar uma loja virtual é necessário bem mais que um software, mas vamos lá.

Sistemas Disponíveis

A maioria dos provedores disponibiliza alguns sistemas open source em suas plataformas Linux. Os mais comuns são o osCommerce, Magento e PrestaShop, todos eles ótimos sistemas que permitem a criação de lojas virtuais. Esses sistemas geralmente são instalados automaticamente através do painel de controle do usuário e em alguns casos permitem até um certo nível de personalização. O problema é que estes sistemas, principalmente o Magento, possuem inúmeras configurações extras que não são feitas por estes “instaladores automáticos”. Para fazer estas configurações funcionarem, é preciso alguns conhecimentos de programação e é justamente ai que a coisa começa a dar problema.

Instalação de Acessórios

Esses sistemas de e-commerce possuem diversos plugins (acessórios) como, por exemplo, opção para pagamento através do PagSeguro UOL, que podem ser instalados a qualquer momento, dando muito mais flexibilidade à loja. O grande problema é que todos eles necessitam de intervenções de pessoal tecnicamente capacitado para que passem a funcionar. Vejamos algumas situações:

Instalação no Provedor – Embora seja uma questão extremamente simples para um programados, instalar os arquivos no provedor de hospedagem e fazer com que eles funcionem, para um leigo pode parecer um bicho de sete cabeças. Será que você teria facilidade de usar um programa de FTP? E quanto as permissões de escrita, sabe como autorizar? Bem estes são apenas dois detalhes que podem complicar bastante a vida do usuário leigo.

Segurança do Sistema – Embora o provedor de hospedagem e os desenvolvedores dos sistemas garantam que a segurança é total, o fato é que instalações mal feitas sempre deixam expostas vulnerabilidades do sistema e isso é tudo que os hacker querem. Uma loja virtual mal instalada certamente se tornará preza fácil para os mal intencionados e tenho certeza que você não desejaria este tipo de problema.

Inclusão de Novas Funções – Qualquer módulo que você queira instalar em um sistema open source de loja virtual, necessita de algum tipo de alteração no programa, seja para fazê-lo funcionar corretamente ou fazer algum tipo de personalização como por exemplo no design e instalação de ferramentas como, por exemplo, o Google Analytics.

Layout e Design

Embora alguns destes sistemas de lojas virtuais oferecidos pelos provedores de hospedagem permitam algum nível de personalização de layout, cores e design, na grande maioria dos casos estas opções são bastante restritas. Para fazer alterações no layout da loja, ou até mesmo a instalação de novas templates, é necessário no mínimo conhecimentos da linguagem HTML e manipulação de arquivos CSS.

Sistemas de lojas virtuais estão em constante evolução e por isso, não raramente lançam atualizações. Pra instalar estas atualizações é sempre necessária a orientação de um técnico, caso contrário você pode acabar apagando ou inutilizando sua loja ou banco de dados. Os provedores de hospedagem não dão este tipo de suporte simplesmente porque essa não é a proposta do serviço oferecido. O serviço de hospedagem se restringe unicamente a hospedagem e viabilização da publicação do seu site, ou seja, o acesso dos internautas às suas páginas. O bom funcionamento de sistemas instalados, são de sua inteira responsabilidade e por isso não faz sentido algum oferecer suporte a esse tipo de coisa. Lendo atentamente o contrato você verá que não existe nenhum tipo de suporte técnico a estes sistemas.

Resumindo

Tentar fazer uma loja virtual partindo das plataformas open source oferecidas pelos provedores de hospedagem pode se bastante difícil caso você não tenha um bom conhecimento de programação e por isso, não é tão fácil quanto parece. Qualquer sistema atualmente, mesmo os mais simples como o Word Press, necessitam de algum nível de programação para seu perfeito funcionamento e por isso, a assessoria de um técnico em programação é essencial.

Fonte: Blog do E-commerce

 

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Mulheres ainda mais fortes no e-commerce

Sunday, April 25, 2010 7:00
Posted in category Notícias de Mercado

As mulheres foram responsáveis por 51% das vendas realizadas pela internet em 2009, segundo dados da consultoria e-bit. Já como usuárias ativas da web, elas representam 47% da audiência, conforme estudos do Ibope Nielsen Online. Elas navegam na web 39 horas semanais, contra 21 horas que assitem TV.

A internet é hoje a principal mídia do público feminino, segundo pesquisa realizada pelo grupo Bolsa de Mulher, com 6 mil internautas entre outubro de 2009 e janeiro de 2010.

Os sites mais acessados pelas mulheres são livrarias, vestuário, cartões, astrologia e sites femininos. Para 67% do público feminino a internet é fonte de informação de produtos e serviços.

O comércio online é também uma alternativa para ter o próprio negócio. O público feminino está investindo em soluções de lojas virtuais para vender produtos na web. As mulheres estão aderindo ao e-commerce como empresárias e também como consumidoras.

Com estes dados podemos concluir que as lojas virtuais devem repensar suas estratégias de marketing, sempre pensando em produtos e promoções voltadas as mulheres, assim como o design adequado para este público.

A segunda data comemorativa que mais vende no comércio eletrônico é também das mulheres, neste ano a previsão é que o e-commerce fature R$ 620 milhões no Dia das Mães. Prepare já a sua loja virtual com descontos e ofertas exclusivas para vender mais neste período!

Fonte: CiaShop

 

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