O que é Tráfego Qualificado?

Monday, February 8, 2010 10:51
Posted in category Desempenho na Web

Quando você pensou em montar uma loja virtual e entrar na Internet, você pensou em ganhar dinheiro usando a rede para vender seus produtos, certo?

O que você precisa para vender seus produtos? Se você pensou em clientes, acertou. A loja precisa atrair o maior número possível de visitantes para vender. Então é só fazer uma grande divulgação da loja virtual? Parece óbvio, mas é ainda mais importante atrair visitantes realmente interessados exatamente no produto que você está vendendo. Isso é o que chamamos de “tráfego qualificado”, a pessoa que procura nas ferramentas de busca como Google, Yahoo, MSN, Bing o que você tem para vender.

Existem diversas formas de atrair tráfego qualificado para o site. Podemos usar mídias convencionais como jornais, TV, rádio e outras que são formas válidas, porém muito custosas. Por outro lado, a própria Internet tem várias maneiras de divulgar sua loja virtual, muitas delas até gratuitas ou de baixo custo. O que realmente vale é divulgar, quanto mais melhor.

Uma das formas de divulgação de lojas virtuais mais usada são as ferramentas de busca, que funcionam como índices da Internet. Nelas estão cadastrados os endereços de milhões de sites, como nas páginas amarelas. Diferente da lista telefônica, em que as páginas estão em uma ordem fixa e determinada, nos sites de busca, é só digitar uma palavra relacionada com a informação ou produto que estamos procurando e ela mostra uma relação de sites que contém aquela palavra.

Mais de 85% dos internautas usam sites de busca para encontrar o que precisam. Os outros 15% nem sabem o que realmente é a Internet, mas isso é outra coisa. É a forma mais básica e conhecida de encontrar informações e talvez justamente por isso a Internet tenha ocupado o espaço que tem hoje em dia. Isto os torna extremamente atraentes como ferramentas de divulgação e atração do tráfego qualificado, tão desejado e necessário para o sucesso de uma loja virtual. Porém, existem algumas ressalvas que vamos examinar:

Existem milhares de sites de busca - eles estão por aí, são de todos os tipos, idiomas, genéricos ou especializados, pagos e gratuitos. A boa notícia é que apenas uma dúzia deles representa mais de 90% do tráfego de pesquisas na Internet. Para você, são eles que importam, o resto é o resto.

Às vezes os sites de busca “esquecem” de você - Para as empresas por trás dos sites de busca, sua função não é fazer promoção de empresas. Eles existem para por ordem na Internet e facilitar às pessoas encontrarem o que precisam. São formados por gigantescos bancos de dados alimentados por programas, chamados robôs, que navegam pela Internet, cadastrando endereços e checando sua validade (existência). De tempos em tempos estes robôs vão checar se as páginas ainda estão lá. Nesta hora, pode acontecer que o robô, não encontre seu site, então ele é retirado do banco de dados de buscas. Para evitar estes dissabores a solução é uma boa estratégia de SEO.

Estar entre os primeiros

Sua loja virtual deve estar entre os primeiros na lista de resposta. Ter uma boa colocação no Google por exemplo é tudo o que você deseja. As estatísticas mostram que 65% das pessoas mudam a pesquisa ou o site de busca se não encontram a informação que estão procurando na primeira página de respostas, 24% não passa da segunda e 14% da terceira, os outros 2% são insistentes e tentam mais um pouco. Quer dizer, se o seu site não aparecer entre as três primeiras páginas ele não existe para os internautas, isto é, para os consumidores e compradores em potencial dos produtos anunciados em sua loja virtual.

Quer dizer, você pode se cadastrar em milhares de sites de busca e nunca conseguir muitos visitantes. Portanto, fazer o cadastro em ferramentas de busca pura e simplesmente não adianta de nada. Você deve investir em uma boa estratégia de SEO para não só aparecer nos sites de busca mas também aparecer em uma boa colocação.

E se alguém lhe prometer que o seu site estará em primeiro lugar no Google esqueça. Não existe no mundo alguém que possa lhe garantir isso. Pode até tentar, mas não garantir.

Fonte: Blog do E-commerce

 

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De olho nos smartphones, WebMotors renova seu portal móvel

Sunday, February 7, 2010 7:00

Site de classificados e conteúdo automotivo ganha versão que se ajusta de forma automática aos principais dispositivos móveis do mercado.

O portal automotivo WebMotors lançou uma nova versão móvel de seu site para usuários que acessam a internet por meio de smartphones, como iPhone e BlackBerry.

Quando acessado de um smartphone, o site identifica a resolução da tela e adapta o conteúdo ao dispositivo usado. Além dos classificados de carros e motos, o portal oferece notícias do setor e diversos serviços, como endereços de oficinas.

Os usuários que quiserem acessar o conteúdo da WebMotors do smartphone deverão entrar no site usando o endereço m.webmotors.com.br.

Fonte: IDGNow!

 

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Nova parceria do Shopping UOL: Internet Innovation

Saturday, February 6, 2010 7:00

O Shopping UOL fechou uma parceria com a Internet Innovation, pioneira na formação de profissionais competentes que atuam com E-commerce e Marketing Digital.

É a primeira empresa a oferecer uma grade completa de cursos especializados nestes seguimentos.

Aproveite, clique aqui para ver mais detalhes sobres os cursos oferecidos e suas datas.

Como montar uma loja virtual?

Friday, February 5, 2010 10:36
Posted in category E-Commerce

Por incrível que possa parecer, montar uma loja virtual não é tão complicado quanto muita gente pensa. Se você souber quais caminhos seguir, o processo se desenrola de forma bastante fácil. O segredo é conhecer as ferramentas disponíveis e qual o melhor caminho a seguir. Quando você descobre quais são as melhores opções para criar o seu comércio eletrônico o processo fica bem mais rápido e sem custos desnecessários.

Nem sempre o que vem primeiro é a primeira coisa a ser feita. Por exemplo. Para ter uma loja virtual você precisa de um endereço na Internet correto? Então esta seria a primeira providência a ser tomada, não parece? Engano seu. Como o seu domínio vai interferir de forma marcante no processo de divulgação da sua loja virtual o domínio deve ser planejado juntamente com a estratégia de marketing. Esse é apenas um exemplo de como o processo todo deve ser meticulosamente planejado para que você não se decepcione ou tenha gastos desnecessários.

Portanto ai vão alguns detalhes que devem ser observados durante o processo de criação de uma loja virtual:

1. Plataforma de E-Commerce – Atualmente existem vários sistemas para a criação de lojas virtuais indo das opções gratuitas como osCommerce e Magento, passando por sistemas alugados e soluções proprietárias. a escolha da plataforma mas adequada para o seu tipo de negócio, e orçamento é claro, tem papel fundamental para a criação do seu comércio eletrônico. Questões como suporte e possibilidade de customização pesam muito na hora da escolha e é claro a segurança do sistema.

2. Provedor de Hospedagem – Hospedar um site estático baseado em linguagem HTML é uma coisa. Fazer a hospedagem de um sistema dinâmico como o de uma loja virtual com acesso constante a banco de dados e outras funções interativas é uma coisa completamente diferente. Não se iluda com planos de hospedagem “baratinhos” e “sem limites”. O prejuízo é certo e se tem uma coisa que uma loja virtual não pode fazer é se dar ao luxo de ficar fora do ar. Peça informações, verifique você mesmo com usuários do serviço, visite lojas virtuais instaladas no provedor para ver se elas estão realmente funcionando. Não se deixe levar por propaganda.

3. Design - A organização do conteúdo é fundamental para que seus clientes tenham uma boa experiência de navegação em sua loja, é o que chamamos de usabilidade. Para isso planeje cuidadosamente o conteúdo da sua loja como por exemplo a árvore de departamentos e seções, a parte de atendimento ao cliente e outras informações que devem estar disponíveis em seu comércio eletrônico.

4. Escolha das Formas de Pagamento – Quais são as opções de pagamento que você pretende disponibilizar em sua loja virtual?as opções online são as mais utilizadas, além é claro do boleto bancário, mas mesmo dentro destas opções você deve verificar a viabilidade de cada uma como por exemplo tarifas e prazos de recebimento. Verifique se para a sua estrutura seria o caso de fazer o processamento dos cartões de crédito direto com as administradoras ou se seria mais interessante usar uma forma terceirizada como o PagSeguro. Os cálculos devem ser precisos caso contrário seu lucro acaba na mão do banqueiro.

5. Estratégia de Marketing - Planeje desde o início qual será a sua estratégia de divulgação da loja virtual e que ferramentas você usará. A princípio você pode até usar uma campanha de links patrocinados, mas isso deve ser transitório. Um bom trabalho de otimização para ferramentas de busca é fundamental porque trará tráfego qualificado para sua loja virtual e é bem mais barato que o uso de links patrocinados. Aliado a isso é necessário estruturar a sua estratégia de e-mail marketing além é claro de selecionar a ferramenta que você vai utilizar nas sua ações de mailing.

6. Logística – Pontualidade nas entregas é fundamental para o sucesso de um e-commerce. Organize minuciosamente a sua seqüência de despacho para que seus clientes não passem pelo dissabor de esperar pelo produto e não receber. Correios e transportadoras são as formas mais usadas no comércio virtual e você deve analisar em qual das opções seus produtos se encaixam.

7. Gerenciamento – Quem irá gerenciar a sua loja virtual? O “garoto que mexe com internet” não é a pessoa mais indicada. Loja virtual não é vídeo game e precisa de uma pessoa que esteja interada das necessidades e oportunidades que existem na mundo do varejo virtual para que você possa extrair o máximo do seu investimento. Contrate ou treine alguém da sua equipe para assumir este negócio da sua empresa. crie a cultura do comércio eletrônico em sua empresa e tente engajar toda a equipe neste projeto, mesmo que de forma indireta, dando sugestões e opiniões. A loja virtual não é um negócio do “pessoal do escritório” é um negócio de toda empresa.

8. Posicionamento – A sua empresa deve estar posicionado no sentido de acolher o comércio eletrônico como mais uma ferramenta de geração de receitas e oportunidades de negócios. O e-commerce definitivamente não é mais uma moda e sim um novo campo para a expansão dos seus negócios.

Fonte: Blog do Ecommerce

 

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Como aumentar a taxa de conversão do seu site

Thursday, February 4, 2010 9:32

A função de uma boa estratégia de internet é gerar tráfego e aumentar a taxa de conversão. Para conseguir tráfego, temos o Google e as técnicas de otimização de sites. Para gerar conversão, é preciso aumentar o caráter persuasivo do site. É preciso usar textos, imagens e vídeos para convencer o usuário que a sua empresa é a melhor solução para ele.

Sempre que você resolve ir a uma loja do shopping comprar um bom terno ou a uma concessionária comprar um carro, você tem uma aula de persuasão (caso pegue um bom vendedor). Vamos estudar quais os elementos de persuasão utilizados e como transportá-los para o ambiente digital.

O 1º elemento de persuasão que você deve utilizar são números. Mostre, por exemplo, o índice de satisfação com seus produtos ou serviços. Qual o percentual que um cliente de um curso de inglês pode aumentar em seu salário depois de fazer o curso. Existem várias maneiras de mostrar números no site. Cada negócio tem o seu.

Números tornam sólido o que, a princípio, parece ser só um benefício intangível.

O 2º elemento persuasivo é o que chamamos de “argumento de autoridade”. Imagine que você produza chuteiras e consiga um jogador de futebol para testemunhar que suas chuteiras são as melhores do mercado. Ele grava um depoimento em vídeo dando uma opinião positiva sobre as chuteiras e posta tal vídeo no YouTube.

O 3º elemento é o de “prova social”. Ele se resume na seguinte ideia: “Se todo mundo está fazendo isso, então isso deve ser bom”. No site significa ter um bom número de depoimentos de clientes falando de sua experiência com o produto (falando bem, é claro).

O argumento de “prova social” também pode ser utilizado fora do site quando, por exemplo, várias pessoas em redes sociais, fóruns e blogs falam bem de sua marca. Quanto mais gente falando sobre ela, melhor.

O 4º elemento persuasivo é a “reciprocidade”. Quando você oferece algo para seu consumidor gratuitamente, ele se sente um pouco na obrigação de retribuir. Por exemplo, você pode oferecer gratuitamente um arquivo em PDF. Em troca disso, você pede seu e-mail - ele deve fornecer o e-mail para receber o link para baixar o PDF. A reciprocidade é um excelente argumento porque lida com um sentimento forte no ser humano - a gratidão.

O 5º elemento persuasivo é o “envolvimento”. Quando um consumidor assina uma newsletter de sua empresa ou baixa um arquivo PDF sobre um assunto de seu interesse e, para isso, deixa o e-mail, ele está se envolvendo com sua empresa. Quando ele entra no chat para ter um atendimento on-line, também. Sempre que você envolve um contato em mais formas de comunicação de seu negócio você torna a venda mais próxima.

Qualquer vendedor de shopping sabe disso quando pergunta seu nome e vai começar a atendê-lo. Ele está envolvendo você na experiência de compra. Quanto mais íntima dele é a sua marca, a probabilidade de compra aumenta.

O 6º elemento persuasivo, e um dos mais fortes, é o argumento de escassez. Lembra-se daquele dia em que foi comprar um produto na loja, percebeu que estava caro, mas acabou levando-o porque era o último? Esse é o argumento mais forte que existe entre todas as técnicas de vendas.

O ser humano não gosta de perder a liberdade de escolha. Enquanto há um produto na prateleira ou uma promoção sem tempo para terminar, o consumidor pode escolher entre levar o produto ou não levar. A partir do momento em que o produto acabou, só há uma opção: não levar. Ele não poderá mais “voltar depois” para comprar o produto.É preciso que um site utilize elementos da escassez da mesma maneira que um vendedor em um shopping.

O consumidor é um player extremamente emocional nesse jogo de compra e venda. A razão, muitas vezes, só serve para justificar a decisão tomada pela emoção. A compra só não ocorrerá se a razão não conseguir nenhum motivo ao menos razoável para isso. Então, dê motivos para a razão comprar. Utilizando os argumentos persuasivos você pode conseguir aumentar sua taxa de conversão em até 200% como já fizeram centenas de empresas que hoje são campeãs de venda. (Viu só como tais elementos realmente convencem?).

Fonte: Jornal Uol

 

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Comércio eletrônico + redes sociais = Comércio Social

Wednesday, February 3, 2010 10:08
Posted in category Notícias de Mercado

Enquanto muita gente não se preocupa com o conceito das coisas, muitos “sobrinhos” desenvolvedores estão no mercado de trabalho competindo com pequenas e médias agências digitais. Você precisa ter algo a mais do que eles. E é fácil, veja: Com a ajuda da Wikipédia pode-se dizer que:

“Rede social é uma das formas de representação dos relacionamentos afetivos ou profissionais dos seres entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mútuos. A rede é responsável pelo compartilhamento de ideias entre pessoas que possuem interesses e objetivo em comum e também valores a serem compartilhados. Assim, um grupo de discussão é composto por indivíduos que possuem identidades semelhantes.”

O que acontece hoje por parte dos sobrinhos é uma oferta ao cliente de todas as formas disponíveis e gratuitas de redes sociais, independente se a empresa possui o perfil ou se faz uso adequado realmente da ferramenta.

Sim, é verdade que as decisões de compra em tempos de internet são influenciadas não só pelas redes primárias das pessoas (família, amigos, formadores de opinião) como também pelos blogs, sites de comunidade (redes sociais) páginas pessoais e afins.

Mas antes de colocar a cara à tapa as empresas devem desenvolver junto às agências digitais um planejamento estratégico e definir o foco de sua participação nas redes sociais. Existem diversas oportunidades de negócio na web e diversas formas de interação com o usuário, basta analisar qual a melhor opção de interagir com seu cliente.

Tá, mas e o que é o tal de comércio social?

Comércio social é a união de ferramentas de loja virtual (vendas de produtos online) com ferramentas de interação vindas da chamada web 2.0 (blog, fóruns, Twitter, Orkut, Facebook etc.). Existem brasileiros utilizando esse conceito, que na minha opinião é um ótimo modelo de negócio para as empresas e clientes. Talvez o exemplo mais popular da web seja o Camiseteria. O conteúdo é fornecido, escolhido e comprado pelos usuários participantes da comunidade. Vale a pena conferir o case.

Outro ponto importante no comércio social é que os usuários tornam-se mais seguros para realizar a compra. Muitas pessoas desejam algum contato humano antes de realizar a compra, principalmente para tirar alguma dúvida com relação a frete, especificações do produto, prazo de entrega e outras informações. Ter uma forma de interação neste sentido é fundamental para aumentar as vendas.

Um ponto importante visto através de pesquisas da Nielsen é que o tempo de navegação por pessoa em ambiente residencial no Brasil é mais alto que em outros países por causa do intenso uso de sites sociais.

Dados do mercado

Média de navegação por usuário em mídia social 4h/mês (Comscore)

  • 17% dos internautas criam blogs ou sites (Cetic.Br)
  • 51% dos internautas residenciais lêem blogs (Ibope/NetRatings)
  • 35 milhões de perfis no Twitter (Março de 2009, este número já deve ter aumentado em grande escala, estimativa de 100 milhões de usuários até o final do ano. Info)
  • 74% dos internautas do Brasil assistem vídeos online (Cetic.Br)
  • O Twitter já permite que aplicativos de terceiros, como Seesmic e BirdFeed, ofereçam recursos de geolocalização aos usuários. (Info)

As agências digitais estão tendo que se preparar melhor e poder vender este novo conceito para seus clientes. Para enfrentar o amadorismo elas precisam avançar mais nestes novos conceitos, fornecer um planejamento estratégico e assim criar um plano de comunicação focado no usuário.

A idéia não é vender a qualquer custo, mas criar um relacionamento mais próximo com o usuário, de modo a conhecer mais suas preferências e sua cultura e fornecer então o produto certo na hora certa.

Em função disso, amadurece outra tendência, chamada de CSM (Comércio Social Móvel/Mobile), também baseada em conhecer bem o cliente e acima de tudo estar presente a hora certa e no lugar certo.

Para isso o recado para as empresas é focar mais no cliente, conhecer mais o usuário, personalizar mais o produto e o atendimento e consequentemente vender mais os produtos e ter uma boa imagem.

Fonte: Raphael Monteiro - Imasters

 

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Twitter ajuda Dell a vender US$ 800 mil no Brasil

Tuesday, February 2, 2010 9:19

Dell divulgou números globais da sua participação em mídias sociais. Durante o ano, as vendas pelo Twitter no Brasil movimentaram cerca de US$ 800 mil. De acordo com o Zumo Notícias, a conta @DellnoBrasil (19 mil seguidores) se destaca nos resultados financeiros em relação a versão canadense (@DellHomeSalesCA), que obteve receitas de US$ 150 mil.

 

Ao redor do mundo, o alcance da Dell no Twitter, segundo Lionel Menchaca, blogueiro-chefe da fabricante de computadores nos Estados Unidos, conseguiu receitas de US$ 6,5 milhões. Em junho esse valor era de US$ 3 milhões. A conta de descontos nos Estados Unidos, @DellOutlet, tem 1,5 milhão de seguidores.

 

“Nesse momento, é apenas uma pequena parte dos mais de 2 bilhões de contatos que temos com clientes de todo o mundo por telefone e e-mail”, afirmou.

 

Menchaca diz que a Dell  começou a participar de mídias sociais há três anos com blogs corporativos, páginas no Facebook, Flickr e Twitter.

 

Fonte: Adnews

 

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Baixa renda muda perfil de e-consumidor e altera oferta de produtos na rede

Monday, February 1, 2010 13:51
Posted in category E-Commerce

A ampliação, cada vez maior, da popularização da internet aliada ao aumento da renda dos consumidores das classes menos abastadas da população fizeram com que as classes C e D entrassem no mundo virtual para comprar. Por conta do Natal, cerca de novos quatro milhões de consumidores desse segmento da população adquiriram algum produto por meio da internet.

O aparecimento dos consumidores de baixa renda no comércio on-line está mudando a oferta dos produtos na vitrine virtual. Itens como perfumes e vestuário estão ganhando cada vez mais destaque por conta dessa mudança.

Para o coordenador de marketing da Tray Sistemas, Reinaldo Martins, essa alteração da preferência de compras é natural, uma vez que há uma mudança no perfil dos e-consumidores.

“Além disso, para quem está realizando a sua primeira compra, é natural que opte por um produto mais barato e que esteja familiarizado”, afirmou, por meio de nota.

 

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Banda larga e redes de varejo

Neste ano, o aumento das comercializações via internet pode aumentar ainda mais. E dois fatores podem contribuir para uma entrada ainda maior de consumidores dos segmentos menos abastados da população no universo virtual de compras: a popularização da banda larga e o fortalecimento da grandes redes de varejo na internet.

Até o final deste ano, cerca de 15 milhões de lares devem ter conexão rápida, principalmente por conta das iniciativas de governos estaduais, como em São Paulo, e do Governo Federal, de ampliar o acesso à banda larga.

Aliado a isso, a disputa das grandes redes de varejo deve ser ainda mais acirrada na web em 2010.

“As grandes redes estão unindo forças”, afirmou Martins. Mas nem só as grandes estarão fortalecidas na internet neste ano. “As médias lojas estão investindo pesado em novos centros de distribuição e logística para proporcionar uma melhor qualidade e agilidade nos serviços de entrega”.

O especialista disse ainda que com a entrada de pequenos e micro-empresários especializados em segmentos de vendas específicos, a disputa será ainda mais interessante para o consumidor virtual.

Fonte: Jornal UOL

 

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E-Commerce – A conta fecha?

Friday, January 29, 2010 10:06
Posted in category E-Commerce

Cada vez mais temos observado a preocupação de grande parte das empresas em fazer negócios via web, porém, ainda assim, a quantidade de empresas que efetivamente está conseguindo fazer isso é muito pequena. Se levarmos em consideração que apenas dez empresas são responsáveis por aproximadamente 75% do faturamento do e-Commerce no Brasil podemos pensar que não haja mais espaço para novos negócios. Grande engano, pois a web oferece a possibilidade de atender a nichos de mercado bastante específicos, permitindo atender a públicos muitos segmentados, que demandam conhecimento especializado no momento da venda.

As micro e pequenas empresas, que ainda estão sem saber o que fazer, podem “testar” o e-Commerce com investimento muito baixo, participando de sites que são integradores de lojas, como num shopping. Com isso os custos são rateados, permitindo estar on-line, vendendo, ou seja, tendo uma experiência com essas ferramentas. Esses “shoppings” cobram um valor similar a uma taxa de aluguel ou condomínio, dessa forma o lojista pode verificar se consegue interagir no mundo on-line, se tem estrutura para manter a loja no ar e atualizada, e ainda medir os resultados.

Em geral, a operação para estar presente nesse tipo de portal de compras é muito simples, não requer uma grande especialização. Obviamente, esse modelo não permite muitas customizações e adequações, mas mesmo assim, é uma ótima alternativa para quem está começando, a preços realmente muito atrativos.

O ideal mesmo é buscar criar vários canais de acesso para seus clientes. Como exemplo há lojas que permitem comprar on-line e retirar o produto diretamente na loja física, isso serve para os mais céticos que ainda não se sentem confortáveis em realizar todo processo via web.

Mas o “X” da questão não está somente em ter uma loja ou estar on-line. É fundamental ser encontrado por aqueles que demandam esse tipo de produto e isso ocorre se a empresa for localizada por buscadores, como o Google, hoje o principal canal de pesquisa que antecede as compras de quase tudo. Isso sim demanda conhecimento especializado e bastante trabalho, além de novos investimentos, que podem ser bem superiores ao investimento no próprio e-Commerce.

Isto vale para produtos ou serviços. A importância de ser localizado pelos buscadores é crucial para o sucesso ou fracasso dos negócios. Para citar um exemplo de serviço, que é um setor menos comentado do que outros, o negócio pode ser uma assistência técnica de eletrodomésticos. O site da empresa deve indicar claramente se ela é autorizada de que fabricantes, sua localização, tempo de resposta, tipo de atendimento, bem como horário de funcionamento. Por que tudo isso? Pois esses são pontos muito relevantes para quem estiver procurando esse tipo de serviço e será importante isso aparecer rapidamente para ele.

É preciso tentar pensar com a mente do cliente (e isso é um ponto óbvio em marketing, que poucas empresas fazem!). O que quero dizer? Não é necessário realizar grandes, e caras, pesquisas de mercado para identificar qual é o processo de decisão do cliente. Basta perguntar diretamente a alguns deles para descobrir qual o caminho que percorrem até chegar à sua loja. Por exemplo, falando desse caso, como a pessoa vai procurar nos buscadores a tal assistência técnica? Em geral ela digitaria “assistência técnica da marca tal”, e poderia complementar colocando a cidade ou o bairro para refinar a busca. Com isso, surgirão nas primeiras páginas, como “resposta”, empresas cujos sites estiverem bem construídos e que fizeram sua lição de casa adequadamente.

Fonte: Blog da Sandra Turchi

 

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Loja Virtual Alugada - Vale a Pena?

Thursday, January 28, 2010 10:34

Muita gente que gostaria de saber como montar uma loja virtual faz essa pergunta. Essa é uma questão difícil de definir. Vai depender da sua proposta de trabalho no comércio virtual e do seu caixa. É o velho dilema da escolha de um sistema de loja virtual que se adeque às suas necessidades. Mas se você já tem uma loja virtual estabelecida e com bons resultados, ai acho que você deveria pensar seriamente na opção de um sistema proprietário seja ele open source ou não. Na maioria dos casos as pessoas optam por lojas virtuais alugadas ao fazer a sua primeira investida no comércio eletrônico pelo baixo valor investido, mas com a competição entre os desenvolvedores já existem sistemas proprietários com preços bem acessíveis, basta ver a quantidade de anúncios em nosso site.

Se a sua incursão no comércio eletrônico é apenas uma curiosidade, acho sim que vale a pena alugar um sistema de loja virtual para ver como vai se sair nessa primeira investida, caso o aluguel não seja mais caro do que um sistema pronto, o que acontece muitas vezes. Você deve reparar bem é quanto esse aluguel vai realmente custar no final das contas, porque dependendo do caso você encontra uma solução proprietária que custa quase a mesma coisa a custo prazo. O melhor é pesquisar.

Como é Cobrado o Aluguel

Tirando algumas aberrações, a maioria dos serviços de aluguel de lojas seguem um padrão de cobrança:
Taxa de Configuração - É a taxa cobrada para configurar e ativar a sua loja no provedor de hospedagem com as informações da sua loja e outras necessárias ao funcionamento.

Taxa de Manutenção - Todos os sistemas cobram essa taxa que é justamente o aluguel do sistema de e-commerce. Ela pode ser fixa ou variar conforme o número de produtos cadastrados, páginas exibidas (page views) ou taxa de consumo de banda no servidor onde ficará hospedada a loja. Na grande maioria dos casos esses critérios são cumulativos.

Customizações - Você pode contratar uma customização da sua loja alugada junto ao fornecedor do sistema. Essa customização pode ser apenas do layout através de templates ou então desenvolvimento de um layout exclusivo respeitadas algumas limitações. É possível também em alguns casos agregar novas funções ao sistema. Todas estas modificações são obviamente cobradas a parte e pesam no custo final do projeto.

É importante pesquisar bem o mercado porque em alguns casos as diferenças de preço e recursos técnicos oferecidos é bem grande. Não se iluda com preços baixos, pague o que é é uma realidade no mercado. Nessa página e em todo o nosso site existem vários anúncios sobre sistemas de e-commerce alugados e se você fizer uma pesquisa certamente vai encontrar um que se adapte às suas necessidades.

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Proprietário ou Inquilino

Para quem já tem uma loja virtual estabelecida e com bons resultados eu aconselharia um sistema próprio sem a mínima dúvida. Se o e-commerce já faz parte da estrutura da sua empresa não faz sentido ficar dependendo de uma plataforma de loja virtual que não é sua ou sobre a qual você não tenha real controle, pois o investimento em um sistema próprio deve ser encarado como um ativo da sua empresa e por isso, como acontece no mundo real é bem melhor você ser o proprietário do que o inquilino.

O Risco do Fechamento

Um grande problema que eu vejo com lojas alugadas é o risco de fechamento da empresa que está fornecendo esse serviço ou profissional liberal que o disponibiliza. Na Web tudo acontece de forma muito rápida e ninguém sabe ao certo o dia de amanhã. Já vimos muita gente quebrando ou desistindo na Internet. Se isso acontecer com quem lhe aluga o sistema como é que você fica? Não fica. Os códigos fonte não estarão em seu poder e nem mesmo o banco de dados. Resultado, você não poderá continuar com a sua loja mesmo que contratando um profissional do ramo para manter e atualizar tecnologicamente a sua loja. Para piorar a situação, todo o seu banco de dados e imagens estará perdido. Isso sem falar em todo o trabalho de SEO que muito provavelmente também irá para o lixo. Imagine só o que você vai ter que gastar em links patrocinados. Consegue imaginar situação pior que essa?

Bem os fatos estão aí. Agora é uma questão de avaliar as suas necessidades, pesquisar opções de locação de loja se for o caso e começar os trabalhos.

Fonte: Blog do E-Commerce

 

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Aumenta confiança do consumidor nas compras online

Wednesday, January 27, 2010 15:11
Posted in category Notícias de Mercado

Segundo pesquisa do e-Bit, o e-commerce movimentou no período entre 15 de novembro e 24 de dezembro R$ 1,6 bilhão, crescimento de 28% em relação ao mesmo período do ano passado.

Dentre as seções que se destacam na preferência do consumidor estão: 1º lugar – livros; 2º - eletrodomésticos; 3º - saúde, beleza e medicamentos; 4º - informática e 5º eletrônicos.

A pesquisa também mostrou que o consumidor está cada vez mais procurando, na internet, produtos de alto valor agregado, como bens de informática e eletrodomésticos, contra a dominância de itens mais baratos, como CD’s e DVD’s, produtos de grande destaque anos atrás.

Este crescimento das transações on-line está ligado também ao aumento de usuários. Segundo a 21ª edição da pesquisa Internet Pop, em 2009 houve um crescimento de 10% no acesso de brasileiros à rede, comparado ao período anterior, totalizando mais de 25 milhões de usuários.

“A confiança do consumidor em fazer compras on-line está aumentando e o crescimento destes números será ainda maior nos próximos anos”, ressalta Jefferson Assis, gerente do portal Mundo Móvel, e-commerce focado em produtos e soluções de mobilidade.

Fonte: Consumidor Moderno

 

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Campus Party - A maior festa mundial da Internet

Tuesday, January 26, 2010 10:17
Posted in category Eventos

Campus Party é considerado o maior evento de inovação tecnológica, Internet e entretenimento eletrônico em rede do mundo. Um encontro anual realizado desde 1997, que reúne, durante sete dias, milhares de participantes com seus computadores com a finalidade de compartilhar conhecimento, trocar experiências e realizar todo o tipo de atividades relacionadas a computadores, às comunicações e às novas tecnologias.

É um público composto por líderes das redes sociais e comunidades on-line extremamente ativas na sociedade em rede, com enorme poder de formar opinião e criar tendências. Um público de vanguarda, trendsetter, que antecipa o futuro da nova economia e os caminhos da tecnologia da informação.

Pela Campus Party já passaram convidados de destaque como Neil Alden Armstrong, o primeiro homem que pisou na Lua em 1969, Eveline Herfkens, coordenadora geral da Campanha dos Objetivos do Milênio das Nações Unidas, e Stephen Hawking, o grande físico britânico.

Assista Agora!

Campus Party ao vivo:

Fonte: Site Campus Party

 

 

Cinco dicas capazes de aumentar a audiência de seu site

Tuesday, January 26, 2010 10:03

Determinar metas e prioridades, inserir as palavras-chaves corretas e ter muita paciência são algumas das recomendações.

Mais de 90% dos usuários não olham além da primeira página dos resultados de buscas, segundo um estudo realizado pelo especialista em web Jakob Nielsen. Com esses números, não é surpresa que todas as empresas queiram seus sites entre os dez primeiros no resultado de uma busca.

Mas, com bilhões de páginas na web, alcançar esse lugar privilegiado é um desafio sério. É aí que entra a otimização para motores de busca (SEO, em inglês).

Com esse método, um negócio pequeno pode aumentar muito suas chances de aparecer na primeira página dos resultados relevantes de uma busca na web.

“A boa notícia é que há milhões de pesquisas com palavras-chave feitas todos os meses. Isso quer dizer que você tem bilhões de oportunidades”, afirma o chefe executivo da SEO.com, Dave Bescom.

Mas não se empolgue demais. A melhoria na exposição do seu site acontecerá gradualmente. Para iniciar seu trabalho de otimização, faça pequena promoção pay-per-click (PCC) de anúncios de palavras-chave – com o Google AdWords, por exemplo - ligadas a uma página de destino relevante em seu site com um apelo explícito para uma ação. Pode ser um convite para que liguem gratuitamente para você e façam uma consulta qualquer, sugere o vice-presidente e cofundador da SEO-PR, Jamie O’Donn. Para facilitar, veja abaixo as cinco principais dicas de otimização para aumentar o status do seu site nos mecanismos de busca.

1 – Determine metas, prioridades e medições
Antes de iniciar uma campanha de SEO, desenvolva as metas mensuráveis e as prioridades, além de um plano para revisá-las periodicamente. Certas perguntas devem ser respondidas: quais são as suas necessidades de negócios atuais? Qual dos seus produtos ou serviços é o mais importante para promoção no momento? O que você quer dos visitantes do seu site?

Em seguida, decida como medir o sucesso. Adicione ao seu site o serviço gratuito do Google Analytics, para mensurar a audiência . Por ele, serão reveladas quais palavras-chave são usadas pelos visitantes para encontrar seu site, entre outros recursos.

2 – Palavras-chave para investigação
Muitas vezes, um vendedor não descreve seus produtos utilizando as palavras de conhecimento dos compradores. Você pode estar promovendo “players portáteis de mídia”, por exemplo, mas os seus potenciais clientes o chamam de “MP3″. Por isso a importância de conversar com funcionários, parceiros e clientes para determinar quais as palavras serão utilizadas com mais frequência.

Várias ferramentas de pesquisa estão disponíveis para ajudar você a escolher as melhores condições de otimização.  Sem custos, AdWords Keyword Tool, do Google, irá ajudá-lo a avaliar a assiduidade com  que  as palavras-chave são pesquisadas nos Estados Unidos e em outros países e o quão competitivas elas são.

3 - Defina os termos com critérios
É preciso usar palavras-chave eficazes pode tornar seu site mais visível. Mas a utilização abusiva pode levar os mecanismos de busca à ignorá-lo. Aqui estão algumas dicas para relacionar os termos às suas páginas na web:

*  Otimize cada página para um termo específico e seus sinônimos. Quando todo o contexto de um canal é sobre um determinado assunto, os mecanismos de busca são mais propensos classificar essa página como relevante para o seu tópico.

*  Use palavras-chave na página de título de tag HTML. Os mecanismos de busca dão grande importância a isso para determinar a relevância de uma página para uma consulta. Não exceda 65 caracteres, incluindo espaços e pontuação.

*  Adicione as palavras-chave várias vezes no corpo do texto – quanto mais perto do começo, melhor.

* Criar um termo-link forte em cada página do seu site otimiza a visualização em pesquisas. Por exemplo, se você atualizar uma página sobre seu currículo escrevendo os serviços que presta, adicione um link para  levar até esse espaço  – coloque o termo “serviços” no texto do link, em vez de algo genérico como “clique aqui”.

* Adicione palavras-chave para URLs do seu site, em oposição ao uso de URLs genéricas, como www.domain.com/?page_id=58.

* Coloque termos para cada página de descrição do HTML. Os sistemas de busca muitas vezes (mas nem sempre) mostram a descrição abaixo de cada link mostrado nos resultados de pesquisa.

4 – Crie um “linkbait”
A linha editorial do seu produto pode contar com um serviço de blog de alto perfil. Isso pode ser ouro puro para o SEO, especialmente quando esse apoio inclui palavra-chave que ligue através de links para uma página relevante em seu site.

Blogueiros e outras pessoas que postam links com freqüência em seus sites são potenciais parceiros. Certifique-se de suas páginas têm conteúdo suficiente para atrair a atenção dos usuários – isso é conhecido como “linkbait”.

Espalhe a notícia sobre uma nova postagem no blog, página ou artigo através de redes sociais como Facebook, LinkedIn, Twitter. (E, a propósito, os motores de busca amam blogs. Se você não está blogando, mexa-se.)

Seja generoso em links para outros sites, este favor pode ser devolvido.

5 – Site deve ser facilitar a vida dos buscadores
Se o seu site contém muito recurso em flash e outros materiais não-textuais, você está tornando difícil para os mecanismos de busca para indexarem suas páginas. E se os buscadores não podem indexar esse conteúdo, os usuários não serão capazes de encontrá-lo quando realizarem consultas. Ao planejar um novo site, certifique-se de  que seu projeto é amigável aos mecanismos de busca, desde o início.

Se seu site estiver no ar, você ainda pode tomar algumas medidas para melhorar a sua exposição. As diretrizes do Google Webmaster oferecem sugestões específicas de sites novos e existentes.

Uma delas é verificar se o seu site não possui conteúdo duplicado ou várias URLs que apontam para a mesma página. Conteúdo duplicado pode prejudicar o o ranking de seus mecanismo de busca.

SEO não é algo que você faz uma vez. Você pode classificar uma busca de palavras-chave na segunda-feira e trocá-la vinte vezes depois essa mesma pesquisa, logo após duas semanas.

Portanto, é importante reservar um tempo para analisar  o seu Google Analytics, afinar suas palavras-chave e procurar oportunidades de link.

Todo esse trabalho exige tempo, paciência e perseverança. Mas os benefícios potenciais podem ser consideráveis.

Fonte: IDG Now!

 

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Brasil possui 25 milhões de brasileiros conectados a rede

Saturday, January 23, 2010 7:01
Posted in category Notícias de Mercado

Aumento do número de internautas está contribuindo diretamente para o crescimento do comércio eletrônico no Brasil. Segundo pesquisa realizada pelo IBOPE Mídia, o acesso a internet aumentou 10% entre 2008 e 2009. Os dados apontam um crescimento de mais de 25 milhões de brasileiros conectados na rede.

Outro fator em destaque é a facilidade do acesso a rede, principalmente por meio de aparelhos móveis. A pesquisa destaca que nas regiões metropolitanas, 66% dos 17 mil entrevistados, quando não por computadores convencionais tem acesso a rede por meio de aparelhos celulares.

Para Reinaldo Martins, essa democratização do acesso a rede mundial de computadores só vem a favorecer o comércio eletrônico.

“Comprar pela internet é mais prático, cômodo e rápido. Sem contar a imensa variedade de produtos ao alcance do consumidor que nem sequer precisa sair de sua casa. Vai ser uma questão de tempo para a rede ser o meio de compras preferido pela maior parte dos brasileiros, o acesso à web torna-se cada vez mais acessível e a disponibilização de meios de pagamentos que facilitam o parcelamento de compras é cada vez maior.”

Além disso, esperamos para esse ano um crescimento maior ainda. Em 2009, segundo dados da consultoria e-bit, somente no período do Natal houve alta de 28% no numero de internautas chegando a quatro milhões de novos e-consumidores, comparando com o mesmo período em 2008.

Para 2010, a expectativa será maior ainda, com a entrada da classe C no comércio eletrônico e grandes marcas, o segmento tem como objetivo a inclusão digital das micro e pequenas empresas no mercado para garantir maior diversidade de produtos e opções uma vez que apenas 6% dos comerciantes físicos estão presentes no varejo virtual.

A projeção de crescimento para o setor de telecomunicações é de 21% em 2010, impulsionados pelo aumento de usuários de internet. De acordo com o levantamento da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), esse índice será alcançado pelo Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), iniciativa do governo federal que visa massificar o uso da internet rápida no país e tem meta de alcançar 90 milhões de acessos individuais até 2014.

Publicado por: Micheli Consani

 

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7 dicas para usar bem as mídias sociais

Friday, January 22, 2010 10:14

O mercado corporativo começa a usar redes sociais de forma estratégica, mas muitos executivos ainda têm dúvidas sobre como gerenciar bem essas ferramentas de comunicação. A utilização mais forte de Twitter, Facebook e outras ferramentas de mídia social é apontada pela consultoria Gartner como uma das principais tendências para o mercado de tecnologia da informação em 2010.

Na avaliação da empresa que desenvolve soluções colaborativas online Direct Labs, este será o ano da profissionalização do uso dessas tecnologias. O consultor de mídias sociais da Direct Labs, Diego Monteiro, diz que muitas empresas agem por impulso na hora de aderir ao uso de ferramentas de web 2.0 e acabam cometendo erros que podem comprometer sua marca. Confira sete dicas preparadas pelo especialista a respeito do uso eficiente de redes sociais pelas corporações.

1- Comece monitorando sua marca:

O primeiro passo, e também o mais fácil, é a criação de um monitoramento simples para entender o que estão falando sobre você, sua marca e/ou produtos nas mídias sociais. Essa estratégia pode trazer informações imprescindíveis para você entender qual é o status da sua marca na web.

“Dependendo do porte e da estratégia da empresa, essa etapa pode envolver também ferramentas de busca automática de dados, o que não dispensa o trabalho manual para análise”, afirma Monteiro. A partir daí, você pode pensar em ações adequadas para atuar nas mídias sociais.

2- Defina sua equipe:

Como o trabalho manual não é dispensável, é necessário ter muito bem definido quem na equipe atuará com mídias sociais. É muito importante definir quem da sua equipe atuará com as mídias sociais. Em geral, esse trabalho é destinado a profissionais de marketing e comunicação que entendam muito bem do seu negócio, que tenham disposição para falar pela empresa, sejam usuários das principais redes sociais e estejam sempre conectados.

“A dedicação integral de pessoas e o número de funcionários que vai trabalhar na área depende muito do quão estratégico o trabalho for para as operações da empresa. Respostas rápidas são um grande diferencial e exigem um cuidado maior na definição da equipe”, ressalta Monteiro.

3- Defina sua linha de comunicação:

É preciso tomar cuidado na estratégia que você vai usar para interagir nas mídias sociais. Por isso, a melhor dica é seguir um padrão. Definir uma linguagem (formal ou informal) para ser usada sempre, o público-alvo, a abordagem ideal (adotando uma comunicação mais pessoal ou institucional), a periodicidade de seus posts (no blog corporativo, no Twitter, no Slideshare ou qualquer outra mídia social) e um tempo máximo para responder às interações dos usuários. A linha de comunicação define as ações que serão tomadas em casos de crises e a postura adotada diante de críticas. Em ambos os casos, transparência é essencial.

A definição da linguagem também estabelece, de certa forma, o público que vai acompanhar a companhia no Twitter, por exemplo. Por isso, deve ser bem estudada pelo plano estratégico.

“Às vezes é mais importante ter 2 mil seguidores relevantes no Twitter usando determinada linguagem do que possuir 20 mil seguidores sem relevância para a estratégia da corporação”, observa o especialista.

4- Crie suas redes sociais (Twitter, Blog, Youtube, Flickr, etc.):

Muitas empresas tomam esse passo muito antes do que deveriam. O conceito base aqui é “estar presente onde seus clientes estão”. Se os usuários gastam a maior parte do tempo visitando canais sociais, estar presente nesses locais é essencial. Um detalhe importante é que tais canais devem ser criados seguindo uma premissa: você realmente estará presente diariamente neles, atualizando e se relacionando. Canais sociais deixados de lado definitivamente não são bem vistos pelos usuários, assim como interações não-respondidas.

5- Relacione-se, interaja:

O mais importante quando você insere sua empresa/marca nas mídias sociais é interagir com o usuário. Isso é essencial para que ele se sinta ouvido e para que entenda o quanto a opinião dele é importante para você. Todo o tipo de interação relevante do usuário deve ser respondido o mais rápido possível. Dê atenção especial para seus usuários mais ativos: os evangelizadores e destruidores de sua marca.

6- Produza conteúdo:

Neste estágio, você já tem uma equipe, uma linha de comunicação, canais sociais e já se relaciona com alguns usuários. Gerar conteúdo é um passo importante para estreitar a relação com essas pessoas, gerar valor, manter todos informados de novidades e mostrar que a empresa é viva, dinâmica e atualizada. Muitas empresas já geram muito conteúdo, mas deixam-no restrito ao site institucional, newsletters ou campanhas específicas.

Um trabalho de spreading (replicar o conteúdo em seus canais sociais) é muito importante para, mais uma vez, estar onde o usuário está. Não dá para esperar que o usuário visite o seu site. Nessa etapa é muito importante seguir as definições da linha de comunicação adotada. Em alguns casos é necessário voltar e refazer esse trabalho.

“Pela experiência, o que mais funciona é mostrar a cara das pessoas que representam a instituição, adotar um diálogo com informalidade, falar em primeira pessoa. Algumas empresas, como a Google, adotam essa estratégia com sucesso”, opina Monteiro.

7- Fique de olho no mercado e em concorrentes:

É possível também encontrar diversas oportunidades explorando seu mercado nas mídias sociais. Uma boa maneira de fazer isso é monitorar comentários sobre palavras-chaves relacionadas ao seu negócio. Trabalhar com esses dados e se relacionar com os usuários pode render pesquisas valiosas e uma nova fonte de identificação de possíveis clientes.

Segundo Monteiro, “o trabalho de acompanhamento da concorrência dá indicadores para avaliar o próprio desempenho. Ter um crescimento de 50% no índice de menções de um mês para o outro pode não significar nada se não houver base de comparação, já que as redes sociais também estão muito sujeitas a sazonalidades”.

Fonte: Computerworld

 

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