Como utilizar a internet como ferramenta de inteligência competitiva

Thursday, March 11, 2010 10:43

Inteligência competitiva pode ser definida basicamente como monitorar as informações referentes ao perfil dos seus clientes, necessidades, hábitos de compra, tendências do mercado e ações dos concorrentes. Ou seja, tudo que é necessário para que você tome as melhores decisões e fique à frente no mercado. As grandes empresas investem fortunas em departamentos de inteligência para se manter na liderança de seus segmentos de atuação mas, acredite, de forma mais simples e com valores bem menores você também pode ter uma área de inteligência competitiva muito eficiente. E ela está bem aí na sua frente. Sim, isso mesmo, na internet!

 

O potencial da internet em gerar negócios não se resume apenas a um site bem estruturado, campanhas de publicidade online ou uma loja virtual. Também oferece uma série de recursos, muitos deles gratuitos, para você conhecer o que os seus potenciais clientes que navegam pela internet desejam (aproximadamente 66 milhões de brasileiros, pelas estatísticas atuais), de onde eles vêm, qual o interesse e a opinião sobre seus produtos e os da concorrência, entre outros dados valiosos.

 

Veja abaixo alguns exemplos de como utilizar a internet como ferramenta de inteligência competitiva de forma a auxiliá-lo nas suas decisões e investimentos:

 

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Identificar demanda de mercado: Os mecanismos de busca como o Google oferecem gratuitamente ferramentas para monitoramento da demanda de mercado que indicam a tendência e procura mensal por palavras-chaves (entendam-se, neste caso, produtos ou serviços oferecidos por sua empresa), sazonalidade, etc.

 

Posicionamento da empresa e concorrentes: Na internet, estar à frente de um concorrente na pesquisa de um site de buscas como o Google pode determinar a concretização de uma venda. Por isso monitorar constantemente a posição da sua empresa e da concorrência nos buscadores (utilizando como referência as principais palavras-chave relativas ao seu negócio ou produtos) e tomar medidas para que o seu site esteja na frente é essencial.

 

Monitorar o interesse pelo seu site: Ferramentas de análise de tráfego disponibilizam inúmeras informações sobre a “audiência” do site da empresa, como origem geográfica, páginas mais visitadas, tempo de permanência, como o internauta chegou ao site, quais conteúdos influenciam no processo de compra, etc.

 

Mensuração dos investimentos em publicidade: O monitoramento da audiência do site também permite mensurar de diversas formas os resultados dos investimentos em publicidade. É possível saber, durante o período da campanha, se o número de visitantes do site da empresa aumentou no período, se a procura pela página correspondente ao produto anunciado aumento, se houve crescimento do número de contatos feito pelo site, etc.

 

Saber o que falam sobre minha empresa e meus concorrentes: Diversos sites disponibilizam ferramentas que buscam em redes sociais como Orkut, Facebook, Myspace, etc., o que os consumidores comentam tanto sobre a sua empresa e seus produtos quanto o de seus concorrentes. Dessa forma, é possível monitorar e mensurar a popularidade da sua empresa e, caso haja insatisfação e reclamações, tomar as devidas providências. Da mesma forma, é possível saber o que falam sobre os produtos concorrentes. Estes são apenas alguns exemplos de como é possível explorar os recursos da internet como ferramenta de inteligência competitiva.

 

Fonte: Dante Uccio

 

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Mobile Commerce é a tendência para os próximos anos

Wednesday, March 10, 2010 19:29

O fato de o e-commerce estar em expansão já não é mais novidade. Este mercado cresce em média 40% ao ano. O que muda para os próximos anos é a forma como os usuários vão acessar a internet para realizar as suas compras.

O acesso a web pelo celular está aumentando, assim como as vendas por este canal. De acordo com uma pesquisa realizada pela empresa ABI Research, os gastos mundiais dos consumidores com compras online via celulares devem chegar a US$ 119 bilhões em 2015, o que corresponde a 8% de todas as transações efetuadas pelo comércio eletrônico.

Nos Estados Unidos, por exemplo, em 2008 as vendas efetuadas pelo celular foram de US$ 396 milhões, e em 2009 chegaram a US$ 1,2 bilhão.

Seguindo esta tendência do Mobile commerce, o Visa está preparando um sistema de pagamento via celular no Brasil. Em parceria com a DeviceFidelity, a solução que será comercializada será para celulares com entrada para cartões de memória microSD, para conseguir realizar os pagamentos na rede sem contato da Visa, o Visa payWare.

O cartão de memória é compatível com a maioria dos dispositivos móveis já existentes no mercado. A previsão é que estes pagamentos sejam implantados a partir do segundo semestre de 2010.

Fonte: CiaShop

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SexShops Virtuais – Por que dão tão certo?

Tuesday, March 9, 2010 10:58
Posted in category E-Commerce

Se existe um segmento no comércio eletrônico que não pára de crescer é o de sexshops virtuais e o motivo é bem simples, na Internet, todos os tabus, receios e preconceitos desaparecem em função do ambiente digital. Esse é um segmento de mercado bastante sensível a este tipo de barreira e por isso, quando você desenvolve um modelo de negócio virtual em que estes entraves são removidos, o sucesso é garantido. Basta que você entenda o comportamento e receios dos seus/suas clientes e oferecer as condições de escolha e compra que eles/elas procuram.

O assunto sexo e erotismo sempre foi cercado de muito tabu e preconceito e talvez por isso seja bem difícil encontrara literatura a respeito deste segmento do comércio eletrônico. Parece que os articulistas do setor não querem levantar polêmica a respeito e por isso passam longe desse mercado que é altamente lucrativo. Ás vezes o preconceito é tão arraigado que distorce até questões econômicas e iniciativas empresariais que em nada ferem a lei ou os bons costumes. Você sabia que alguns provedores de hospedagem não aceitam lojas virtuais que vendam produtos eróticos? Pois é, depois dizem que não existe preconceito.

Problemas morais e sociais a parte, o fato é que as sex shops virtuais vendem e muito, o resultado comercial foi sempre acima das expectativas iniciais. Seguidas algumas regras básicas no planejamento e execução do projeto de criação da loja virtual e uma boa estratégia de divulgação, o sucesso é uma conseqüência natural. O importante é o posicionamento do empresário e a percepção de que este mercado possui características bem distintas que devem ser observadas.

O Segredo do Negócio – Anonimato

O anonimato do comprador é um dos principais fatores de sucesso das lojas virtuais que vendem “brinquedinhos eróticos”. É sabido que muitas pessoas se sentem envergonhadas em entrar em uma loja física e comprar alguns destes “acessórios do prazer”, mas se tivessem a garantia do anonimato certamente seriam consumidores de peso. É o tipo de produto que a maior barreira de vendas está no próprio consumidor e é nessa peculiaridade do negócio que reside a fórmula do sucesso no setor. por isso, mantenha o máximo de descrição na sua sexshop virtual protegendo sempre a identidade do comprador(a). Embalagens nunca dever revelar o conteúdo e isso faz muita diferença no caso da sex shop. Exiba sua política de privacidade em um lugar bem acessível para tranqüilizar seus visitantes.

Variedade de Produtos

Uma característica interessante desse mercado é a enorme quantidade de fornecedores e a sua distribuição geográfica. Isso faz com que os modelos e qualidade dos produtos comercializados varie tremendamente o que enriquece em muito o mix de produtos e deixa a competição ainda mais acirrada no setor. Se você consegue identificar produtos de boa demanda e identifica fornecedores com um conceito elevado junto a seus clientes já terá um bom caminho andado, pois nesse setor, mais que em outros, a qualidade do produto é muito relevante envolver questões relevantes como saúde e higiene.

Segmentação Por Gênero

Uma alternativa bastante interessante neste setor é a criação de lojas virtuais segmentadas por gênero. A maioria das sex shops são mistas, ou seja, vendem artigos tanto para o público masculino quanto feminino. Uma boa idéia seria a criação de uma loja voltada exclusivamente para o público feminino ou masculino. A construção da imagem/marca fica mais fácil e o direcionamento do marketing também. Isso não exclui a possibilidade de atender a ambos os gêneros o que reduziria custos de pesquisa e aquisição de produtos. A solução é a criação de duas lojas diferentes para atender a demanda de cada segmento.

Uma Questão de Estilo

O design é fator fundamental em uma loja virtual e no segmento de sexshops isso é ainda mais importante. No comércio eletrônico, a linha tênue que divide o erotismo da vulgaridade é também fator determinante do sucesso ou fracasso de uma loja virtual. Muitos desenvolvedores se sentem tentados a assumir estilos já massacrados pela publicidade barata baseada no apelo sexual e descambam para uma linha grosseira que se confunde com um brega e beira o ridículo. A sex shop virtual deve seguir uma linha de bom gosto ressaltando o erotismo e o clima de romance ao invés de fórmulas batida de motéis de beira de estrada.

Envio de Newsletters

Esse é um ponto bastante delicado nesse tipo de negócio, pois pode constranger o seu cliente. portanto, ai vai uma regra de ouro. Só mande boletim informativo se tiver sido expressamente autorizado pelo seu cliente, caso contrário o resultado é justamente o oposto, a perda do cliente em definitivo. Já imaginou que outras pessoas podem ter acesso a caixa de e-mails dos seus clientes e talvez eles não gostem que outros conheçam sua fantasias?

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Fonte: Blog do e-commerce

 

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Lojas Virtuais Grátis

Monday, March 8, 2010 12:10
Posted in category Aumente suas Vendas

Uma das opções para que deseja criar uma loja virtual é a de adotar uma plataforma Open Source, ou seja grátis. Existem várias opções na Internet como a Magento, OsCommerce e a brasileiríssima Virtua Store.

São opções válidas mas não perfeitas. Cada uma tem seu ponto forte e ponto fraco é justamente uma geral sobre isso que falamos nessa seqüência de artigos. Se entre as várias opções de sistemas para lojas virtuais você escolheu esta alternativa, vamos analisar esta opção.

Instalação do Sistema

Em primeiro lugar, todas estas opções de lojas virtuais grátis exigem conhecimento de programação para serem instaladas. Isso já tira um pouco do “Grátis” da jogada. Mas mesmo levando-se em consideração o custo de contratação de um programador para a instalação e de um webdesigner para alterar o layout e elementos gráficos, ficam mais em conta que o desenvolvimento de uma loja personalizada. Se você possui bons conhecimentos de programação já ganha um bom espaço e economiza uma grana.

Tempo de Desenvolvimento

Uma outra vantagem de utilizar um sistema de loja virtual grátis é que o tempo de desenvolvimento é sensivelmente menor e por isso sua loja fica pronta em bem menos tempo. Se você partir do zero, um prazo de 6 meses para ter tudo testado e funcionando é considerado um bom prazo, mas não desanime, tem projetos que demoram até 1 ano, dependendo da complexidade.

Layout e Design

No que diz respeito ao design, tem gente que acha que usando uma plataforma já pronta a loja ficaria igual a tantas outras. Isso também dá para ser contornado com a contratação de um bom webdesigner ou a aquisição de uma template de loja virtual (modelo). No caso da Magento e da osCommerce existem centenas de sites de venda de templates com outra centena de modelos para todos os segmentos de mercado. Tem algumas realmente lindas e se você quiser comprar a exclusividade do modelo também pode (pagando bem mais caro é óbvio). Mesmo essas templates necessitam de uma ajudinha na parte de programação e design. Uma ótima referência para templates tanto para a Magento quanto para osCommerce é a Template Monster.

Hospedagem

A hospedagem do sistema sistema vai depender da solução adotada. A maioria delas é construída em linguagem PHP e portanto requer plataforma Linux. A Magento em particular é bastante exigente e necessita de um provedor de alta performance. Conheça o UOL HOST!

Complementos

No caso da Magento e OsCommerce você pode turbinar a sua loja com uma série de plugins (acessórios) que são encontrados na Internet em sua grande maioria gratuitamente. Tem de tudo, desde PagSeguro e Pagamento Digital (dois plugins essenciais) até super efeitos gráficos e outros bicgos. A instalação destes plugins requer um pouco de conhecimento técnico e você pode conseguir alguma ajuda nos diversos fóruns destas duas plataformas além é claro, de uma pesquisa no Google. No vaso da Virtua Store esse plugins podem ser encontrados no fórum de discussão do Grupo no Yahoo, não são muitos, mas existem.

Após a criação de sua loja virtual, divulgue seus produtos no comparador de preços do maior Portal do Brasil - o Shopping UOL! E boas vendas!

Fonte: Blog do e-commerce

 

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Estados disputam ICMS do comércio eletrônico

Sunday, March 7, 2010 7:00
Posted in category E-Commerce

O ICMS sobre as vendas eletrônicas fica integralmente com o Estado onde fica o centro de distribuição das mercadorias. O aumento das vendas pela internet acirrou uma disputa entre os governos estaduais pela arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas transações de comércio eletrônico.

Enquanto São Paulo defende as regras atuais, Ceará, Pernambuco, Bahia, Rio Grande do Norte e Mato Grosso querem uma mudança nas normas, que favorecem os Estados que abrigam os centros de distribuição das empresas que vendem pela internet.

O valor dessas operações - estimadas em R$ 10,5 bilhões no ano passado - e a tendência de aumento explicam a intenção de mudar as regras. Conforme a legislação atual, o ICMS sobre as vendas eletrônicas fica integralmente com o Estado onde fica o centro de distribuição das mercadorias. Assim, quando um consumidor do Ceará compra um fogão em empresa “pontocom” que armazena seus produtos em São Paulo, a transação é considerada como venda direta ao consumidor e todo o ICMS fica para São Paulo. Em uma compra tradicional, o Estado ficaria com um ICMS de 7% e o restante iria para o Ceará.

Pernambuco e Mato Grosso já tentam calcular suas perdas - o primeiro estima que ela chegue a 10% do ICMS recolhido pelo varejo, enquanto o segundo considera que deixa de recolher R$ 350 milhões anualmente.

“Essa questão deve ser uma das grandes discussões da pauta do Confaz neste ano”, diz Carlos Martins Marques Santana, secretário de Fazenda da Bahia e coordenador do Conselho Nacional de Política Fazendária.

Ao mesmo tempo em que pretendem levar a discussão ao Confaz, Estados agem para reduzir suas perdas. O Mato Grosso determinou que os fornecedores cadastrem eletronicamente as operações de remessa de mercadorias ao Estado ou emitam a nota fiscal eletrônica. O Ceará fiscaliza os caminhões que chegam ao Estado e exige pagamento de ICMS na entrada das mercadorias. Em nota, a Secretaria da Fazenda de São Paulo diz que a Constituição garante ao Estado de origem a arrecadação de ICMS sobre as vendas diretas ao consumidor, como é o caso do comércio pela internet.

Fonte: Marta Watanabe

 

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5 premissas para gerir as mídias sociais

Saturday, March 6, 2010 7:00
Posted in category Aumente suas Vendas

Conheça a ordem que as informações circulam na Web 2.0 e saiba como utilizar esse fluxo a favor da empresa.

Entre o final de 2008 e o começo de 2009, o termo “mídias sociais” passou a fazer parte dos mantras mercadológicos mais repetidos pelos corredores de empresas de todos os portes.

Mas, de uma maneira geral, não existe nenhum grande segredo para se trabalhar mídias sociais. Basta seguir a lógica.

O primeiro ponto é entender como a informação se dissemina. Normalmente, a viralização de uma notícia costuma obedecer à seguinte ordem:
1) Acontecimento do fato acontece.
2) Os primeiros usuários começam a divulgá-lo utilizando ferramentas de microblogging, como o Twitter.
3) O fato vira post/vídeo e começa a aparecer em blogs diversos e/ou em sites como Youtube.
4) A força e o alcance da imprensa dão mais gás à blogosfera e às demais ferramentas, que ecoam a notícia e começam a agregar mais e mais comentários de leitores. Retweets e plágios em posts começam a ser comuns.
5) O Orkut começa a dar coro ao fato que, aos poucos, vai aparecendo em fóruns de discussão.
6) Se for efetivamente relevante, o fato começa a se imortalizar na rede, ganhando menções na Wikipedia e cases no Slideshare.

Na era das mídias sociais, no entanto, a relevância de um fato não reside apenas no seu grau de veracidade. Ela é formada, em grande parte, pelo interesse ou curiosidade que desperta na comunidade como um todo.

Se um blogueiro divulgar um fato – verdadeiro ou não – que envolva grandes marcas ou celebridades em situações embaraçosas, por exemplo, ele certamente ganhará uma massa de leitores curiosos passando pelas suas páginas.

Quanto mais usuários, mais cliques nas ferramentas geradoras de caixa (como o Adsense) ele terá. Também mais relevância perante os algoritmos de buscadores e mais anunciantes dispostos a patrocinar o seu blog aparecerão.
Em um contexto em que todos podem produzir conteúdo e que o retorno financeiro vem unicamente da audiência, a linha entre ética e ambição pode ficar extremamente tênue.

Ninguém está imune a este novo tipo de terrorismo institucional gerado pela guerrilha por audiência. Mas ele pode ser combatido com sucesso se a empresa estiver preparada e souber trabalhar bem a sua comunidade.

Para tanto, existe um conjunto de premissas que a empresa deve seguir:

1) Obedeça o ciclo de informação: divulgue as suas informações seguindo o fluxo de viralização de conteúdo. Dê preferência às ferramentas de micro-blogging a blogs e assim por diante, construindo-se como notícia de forma conjunta com a comunidade.

2) Seja transparente: evite a todo custo mentir para a comunidade. Quando alguém detectar algum tipo de falha no seu negócio, por exemplo, não tente esconder: assuma e resolva.

3) Conheça os seus evangelizadores: mapeie com antecedência os principais formadores de opinião da sua marca ou da sua linha de negócios. Conheça-os e relacione-se com eles, trazendo-os para o seu lado. Em qualquer tipo de crise ou problema, eles provavelmente se transformarão nos seus primeiros e principais defensores nas mídias sociais.

4) Saiba como você é visto: há hoje diversas empresas que monitoram a “saúde” das marcas nas redes sociais. Saber como se é visto nos diversos ambientes sociais existentes é como ter um mapa em mãos – algo fundamental para se chegar a qualquer lugar.

5) Esteja sempre preparado: quando você menos esperar, uma gigantesca crise institucional pode tomar conta do seu negócio. Planeje a sua ação de forma calma e fria. Evite fazer ameaças a blogueiros ou líderes de comunidades, mesmo que eles estejam errados. Lide com a comunidade como um igual.

Fonte: HSM Online

 

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Tendências para o varejo no e-commerce

Friday, March 5, 2010 15:37
Posted in category E-Commerce

A atmosfera geral da Big Retail Show 2010, maior feira de varejo do mundo, era de fim de crise, como se a economia tivesse tirado uma “sesta” e voltasse agora a despertar. Em janeiro, milhares de pessoas, como eu, passaram pela feira, realizada pela National Retail Federation (NRF), em Nova Iorque.

O evento foi considerado um dos maiores até hoje, sendo mais de 700 brasileiros entre os 110 países presentes para exposição e congresso. Uma feira com 3.000 expositores, principalmente da área de tecnologia para varejo e e-commerce. E um conjunto de mais de 50 palestras com tradução simultânea para português e espanhol, além de palestras paralelas em design e TI patrocinadas por expositores.

Grandes nomes como Pacco Underhill e empresários como Frederico Trajano, do Magazine Luiza, apresentaram cases e conceitos que vão moldar as tendências do varejo no mundo em 2010.

A criação de empregos como base para a retomada da economia aliada à redução de gastos públicos foram apresentados como saída definitiva à crise. O cenário é otimista para a primeira e pouco provável para a segunda. A possibilidade da criação de novos impostos e tributos e seus impactos para o varejo foram amplamente discutidos. 

“Oportunidade”  foi o mote escolhido para o encontro desse ano, referindo-se à retomada do crescimento “inteligente”, aproveitando oportunidades geradas com a crise para focar a conquista do consumidor no ponto de venda ou na web.

Sem dúvida, a tecnologia parece ser o grande motivador das mudanças pelas quais a sociedade vem passando e que tem impactado o varejo e o e-commerce.

Cases como o da Godiva.com demonstraram que  “Mobile e-commerce não é ter uma miniloja no celular, mas poder criar funcionabilidades de e-commerce que explorem ao máximo o meio móvel”, citou um dos palestrantes.

Meios de pagamentos mais seguros, capacidade de integrar o e-commerce às mídias sociais e de oferecer mais recursos como imagens em alta resolução ou revisões de outros consumidores também têm possibilitado um novo modelo de varejo integrado pela tecnologia. Entre os exemplos apresentados, destacam-se o da sears.com; magazineluiza.com e saraiva.com. Os principais tópicos foram:

a) Os impactos da crise nos diversos formatos e nichos do varejo mundial;

b) Tendências da economia para o próximo ano;

c) Integração multicanal e multiformato para prover uma experiência única de interação com o varejo e com as marcas;

d) Mobile Retailing (varejo no celular), mídias sociais, ferramentas para dar exclusividade e personalização às ofertas de e-commerce são alguns dos temas relacionados ao novo consumidor;

e) Supplychain associado à sustentabilidade (tema apresentado pelo Walmart, que decidiu traçar um roadmap para o sucesso das iniciativas nessas áreas, ressaltando o papel da rede de varejo como influenciador de toda a cadeia produtiva). Já o conselho de sustentabilidade da NRF explicou como é possível para o varejista começar as ações de sustentabilidade a partir daquelas que podem gerar economias, além de serem benéficas para o meio ambiente;

f) O “neoconsumer” – foi o tema usado para designar o consumidor atual (ele está mais inteligente e equipado, com mais ferramentas para pesquisar e decidir suas compras usando seu celular, e buscando a opinião de outros consumidores sobre produtos e pontos de venda).

Sortimento, Serviços e Relação com o Cliente foram as três estratégias-chave trazidas pela rede de livrarias Saraiva, em apresentação que mostrou um caso bem sucedido de construção de uma única experiência/ relação do consumidor com o varejo. Tema também abordado pela rede de supermercados Tesco e pela americana Best-Buy em eletrônicos.

Além da troca de cartões entre presentes, os brasileiros ainda dividiram experiências e contataram fornecedores de soluções e varejistas de todo o mundo, prestadores de serviços, acadêmicos e consultorias ali representadas.

Fonte: Mundo do Marketing

 

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Projeto do e-commerce do Carrefour levou sete meses

Thursday, March 4, 2010 11:24
Posted in category E-Commerce

Do início ao fim, o projeto de lançamento do comércio eletrônico do grupo Carrefour Brasil, anunciado na última segunda-feira (01/03/2010), demorou apenas sete meses - o desenvolvimento levou cinco meses. Um tempo bastante apertado em se tratando de uma plataforma para loja virtual. No entanto, a favor do curto período, a equipe de Ney Santos, diretor de tecnologia e processos, tinha o aprendizado com a concorrência.

Por ser o último dos grandes grupos presentes no país a ingressar no mundo virtual, o Carrefour Brasil centralizou seus investimentos em tecnologias maduras e consolidadas no mercado, além de incorporar as melhores práticas. Isto sem contar a própria experiência de Santos, que trabalhou por oito anos como CIO do Pão de Açúcar, fazendo, inclusive, parte do projeto Amelia.com. 

Para dar conta do recado, a TI focou em soluções tecnológicas com maior escalabilidade, desempenho comprovado, segurança, que fosse amigável, ágil para os negócios e que integrasse os processos, alem de adotar um ERP especializado para e-commerce e fizesse um monitoramente técnico e funcional.

Um dos pré-requisitos na elaboração do e-commerce foi deixar a plataforma preparada para a futura integração com os demais sistemas do Carrefour.

“O e-commerce operada separadamente, mas já montamos uma camada de integração”, detalha Santos.

Há um ERP especializado e dedicado para comercial, logística e marketing, mas a parte de retaguarda financeira, por exemplo, é compartilhada, assim como as soluções para o Banco Carrefour e para a garantia estendida. É uma estratégia diferente da adotada pela Casas Bahia, que enxerga a loja virtual como mais uma do grupo.

Além desta integração, a solução de comércio eletrônico está preparada para futuros lançamentos de serviços, mesclando virtual e físico, como, por exemplo, a compra de um produto online com retirada e/ou pagamento em loja física. Isto só será possível porque a plataforma de e-commerce está baseada no conceito de arquitetura orientada a serviços (SOA, na sigla em inglês). 

Dos R$ 50 milhões investidos, a companhia francesa não abre quanto foi direcionado especificamente à tecnologia da informação. Da TI, um gerente e três coordenadores trabalharam dedicados ao projeto. O time de Santos não é grande: são cerca de 60 pessoas, pois internamente não se faz desenvolvimento de sistemas.

“Terceirizamos muito para ficarmos focados nos negócios”, explica o diretor, que acaba de completar um ano no cargo.

Entre os maiores parceiros do e-commerce estão IBM (integrador, PMO e hosting), Accurate (desenvolvimento de website e gerenciamento do ambiente), Uniconsult (ERP), ISS (segurança da informação), Braspag (gateway de pagamento), Clearsale (prevenção de risco), Linux (sistema operacional), Oracle (banco de dados), Weblogic (servidor de aplicação), Intel, Cisco (equipamentos de rede) e CheckPoint (firewall).

Fonte: ITweb

 

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Lojas virtuais investem em novas categorias

Wednesday, March 3, 2010 14:00

Para continuar avançando no varejo virtual, as grandes companhias intensificam os aportes em novas categorias. Mesmo diante de grupos como eletroeletrônicos, utilidades domésticas e informática, livros, CDs e DVDs permanecem com fatia importantes nas vendas.

De olho nisso, o Walmart, que estreou sua loja online há pouco mais de um ano com 11 categorias, hoje está com 15. Uma das mais recentes foi exatamente a de livros e DVDs para alavancar o número de consumidores.

“Antes tínhamos maior participação de itens com alto valor agregado, mas isso está mudando. Queremos enriquecer a base de clientes com estes produtos”, diz o diretor do Walmart.com.br, Flávio Dias. Neste ano serão, no mínimo, mais cinco novas categorias em operação.

O executivo avalia que o desempenho da loja está duas vezes acima do esperado. Por enquanto, o tíquet médio das compras no site do Walmart está em R$ 550, mas a tendência é que ele seja diluído com a entrada de novos produtos, chegando próximo da registrada no segmento, de R$ 323.

EXCLUSIVIDADE - A arma da Sack’s, loja especializada em perfumes, cosméticos e maquiagem, será incrementar os 10.000 itens no estoque com marcas exclusivas ao longo do ano. “Firmamos parceria com uma marca de perfume francês, que será lançada em breve”, afirma o sócio-diretor do site Marcelo Franco.

Outra marca fará uma edição com a marca da empresa estampada na embalagem. Em 2009, a Sack’s cresceu 30% e neste ano quer repetir esta percentagem.

ESPORTES - A Copa fará de 2010 um sazonal para a Netshoes, operação voltada para artigos esportivos. O diretor de marketing, Ronaldo da Cunha, considera que o lançamento da nova camisa azul da Seleção Brasileira aquecerá as vendas. Outros produtos como bola oficial, chuteiras e moletons vão ter boa saída. A empresa também terá novas categorias no site ao longo do ano.

Fonte: E-commerce News

 

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E-commerce brasileiro cresce 27% em 2009

Tuesday, March 2, 2010 12:15
Posted in category E-Commerce

O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 11 bilhões em 2009, registrando um crescimento de 27% em relação ao ano anterior, mas o calote virtual ainda emperra o crescimento desse mercado. Conforme dados da Microsoft, o Brasil é o 4º país com o maior índice de propagação de vírus e programas que roubam senhas de cartões de crédito e de contas bancárias, assim como dados de CPF e RG. Levantamento da Cybersource, empresa especializada em pagamentos pela internet, revelou que, só em 2008, as fraudes virtuais representaram 4 bilhões de dólares no mundo.

O “Índice de Confiança do e-consumidor”, um estudo desenvolvido pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), registrou aprovação de 86,71% dos e-consumidores em novembro. O índice manteve-se regular durante todo o ano, com números sempre superiores a 85%.

Atualmente, mesmo com 97% das empresas brasileiras possuindo site na internet, ainda é pequeno o percentual daquelas que utilizam a rede para gerar oportunidades de negócios e incrementar o lucro. Em 1982, existiam somente 415 sites no mundo e, hoje, são 174 milhões. A cada dia, 500 mil pessoas entram na internet pela primeira vez.  De acordo com o Ibope Nielsen Online, 64,8 milhões de brasileiros acessam a internet.

Cerca de 75% dos brasileiros que navegam pela internet  estão nas classes C, D e E e 61% dos que compram online costumam conferir os produtos em lojas físicas, antes de fecharem a transação pela rede. O Brasil lidera o ranking mundial de países com maior tempo médio de navegação, com uma média geral em torno de 43 horas e 51 minutos, dado referente a outubro do ano passado.

Os  livros e assinaturas de revistas e jornais lideram as vendas em quantidade de pedidos, seguidos por produtos de saúde, beleza e medicamentos, informática, eletrodomésticos e eletrônicos.

Fonte: iMasters

 

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Carrefour investe R$ 50 milhões em e-commerce

Monday, March 1, 2010 17:25

O Grupo Carrefour Brasil lançou nesta segunda-feira (01/03) um canal de vendas pela internet. O investimento foi de R$ 50 milhões e segundo Jean-Marc Pueyo, diretor-superintendente do Carrefour Brasil, a meta, estabelecida para até 2011, é de se tornar o quinto maior operador de comércio eletrônico no País.

Com a inauguração do novo canal de negócios, a rede varejista pretende integrar em uma plataforma os formatos de lojas (hipermercados, supermercados e atacado), serviços (cartões, seguros, drogarias, turismo) e o relacionamento com os consumidores.

“O lançamento é muito mais do que só e-commerce, é uma plataforma de negócios” enfatiza Rodrigo Lacerda, diretor executivo de marketing do grupo.

Para Lacerda, o fato do Carrefour ser o último grupo a entrar no ramo de vendas online, foi considerado vantajoso, porque eles puderam fazer um diagnóstico de mercado e procurar diferenciações nas ofertas online.

“Não queremos só vender o produto, mas oferecer soluções para facilitar a vida do usuário, como, por exemplo, informações detalhadas e comparativos de preços entre as marcas disponíveis em nossa loja”.

O portal oferece, inicialmente, nove categorias de produtos para compra, sendo um total de 15 mil itens disponíveis: eletrônicos, informática, eletrodomésticos, telefonia, eletroportáteis, beleza e saúde, cine e foto, utilidade domésticas, além de cama, mesa e banho. Até o final do ano, a previsão é de contar com mais de 80 mil produtos.

A estratégia de marketing para a divulgação do portal está alinhada com o novo posicionamento de empresa no País. Pela primeira vez as marcas Carrefour, Atacadão e Dia% assinam as campanhas publicitárias, a fim de mostrar a amplitude dos negócios oferecidos.A página também será anunciada dentro das próprias lojas físicas.

A companhia não informou expectativas de faturamento do canal, alegando que primeiro quer avaliar como serão aceitos pelos e-consumidores. O www.carrefour.com.br levou sete meses para ser desenvolvido e contou com trabalho direto e indireto de aproximadamente 160 pessoas. O projeto contou com alguns parceiros: a IBM para integração e hosting, a Accurate para o desenvolvimento da página e a Uniconsult para ERP.

Fonte: MetaAnálise

 

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Monday, March 1, 2010 15:56
Posted in category Desempenho na Web

No atual estágio de desenvolvimento do e-commerce, diversas estratégias de marketing digital são estudadas, analisadas e implantadas visando um aumento na visitação dos sites. Email marketing, marketing viral, links patrocinados, banners, programas de afiliados, redes sociais… são todas estratégias válidas e eficientes na geração de tráfego. No entanto, em termos de resultados, nada supera um posicionamento top 10 no Google para palavras-chave relevantes.

Em primeiro lugar, porque o posicionamento top 10 representa a entrada de um grande número de visitantes com alto potencial de conversão. Isso ocorre porque os usuários de sites de busca estão a procura de seu produto e manifestaram por duas vezes esse interesse: ao digitar uma palavra-chave associada ao seu produto ou serviço e ao clicar no resumo da página apresentado pelo Google.

Além disso, uma posição top 10 no Google significa um fluxo constante de visitantes a um custo praticamente zero. Para saber quanto isso representa em termos de economia basta levantar o custo médio por clique para as palavras-chave que estão sendo utilizadas, isso pode ser feito através do Adwords, e multiplicar esse valor pelos milhares de cliques recebidos mensalmente através da busca orgânica. Já para uma loja virtual que deseja saber quanto o Google transfere de receita, basta multiplicar o número de cliques recebidos através da busca orgânica pela taxa de conversão, que é a quantidade média de visitantes que se tornam clientes. Esse valor pode surpreender e, em alguns casos, representar mais de um terço do faturamento da loja.

Tem fundamento então, o grande desejo dos empreendedores em aparecer na primeira página do Google, como top 10. Melhor ainda seria aparecer como top 3, na dobra superior da página, de tal forma que o usuário possa clicar no resumo do site - snippet - sem ter que usar a barra de rolagem, ou quem sabe, emplacar a posição top 1, aquela página que, segundo avaliação do Google, é a mais relevante de toda a Internet para aquela palavra-chave.

Naturalmente, posicionar um página na posição top 10 para uma palavra-chave com grande demanda não é uma tarefa totalmente fácil, mas pode-se dizer com segurança que é algo plenamente factível para qualquer site que apresente um conteúdo de qualidade. Ocorre que essa questão da qualidade é algo ainda nebuloso para muitos empreendedores e até consultores: para ser relevante, e consequentemente ser eleita para estar no topo dos resultados de busca, a página deve trazer valor para o usuário, portanto qualquer ação de otimização deve, antes de mais nada,  procurar melhorar a utilidade dessa página para o usuário. O Google utilizando critérios, como percentual de cliques, tempo de navegação, taxa de rejeição, entre outros, tem como estimar a receptividade dos usuários àquela página e usa essa informação para determinar o posicionamento nos resultados. É por essa razão, que uma página pode mudar de posição no ranking do Google em questão de horas, mesmo sem ter sofrido nenhuma alteração.

A otimização de sites é uma especialização do marketing digital e torna-se uma atividade cada vez mais importante à medida em que o e-commerce e a propaganda on-line se desenvolvem. O empreendedor pode aprender as técnicas de otimização por meio de leitura ou cursos e trabalhar pessoalmente em seu site, ou pode também, contratar um consultor que conheça muito bem o assunto e agilizar o processo. De qualquer modo, é fundamental conhecer a lógica de funcionamento do Google e ter isso como referência na fase de implantação do site ou no caso de qualquer alteração ou upgrade.

Fonte: e-commerce.org.br

 

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Consumindo nas mídias digitais

Sunday, February 28, 2010 7:00
Posted in category redes sociais

Com o mundo todo, inclusive grandes organizações noticiosas, fazendo uso das mídias sociais para intensificar a distribuição de conteúdo, é natural que o esforço seja recompensando e serviços como o Facebook e o Twitter comecem a ganhar expressão também como difusores de notícias.

Segundo um novo estudo da Hitwise, empresa de análise de audiência e tendências globais, o Facebook já é uma das principais fontes de visitas a veículos de mídia e notícias. Recentemente, o site de rede social ficou atrás apenas do Google, do Yahoo! e o MSN, ultrapassando veículos que seguem o perfil de agregadores de conteúdo, como o Google News.

Isso pode significar, entre muitas outras coisas, que a cultura de visitar diretamente sites de notícias está perdendo forças. Fazer o conteúdo chegar aos receptores através das mídias sociais tornou-se mais que estratégia. E estar presente nesses ambientes é uma forma de garantir boa audiência para um veículo.

A dica é: esteja onde o seu público está, e não espere que eles venham até você. Isso serve para qualquer tipo de emissor de qualquer tipo de conteúdo.

Fonte: Ponto Jol

 

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Comércio Eletrônico é confiável para 86,3% dos compradores online

Saturday, February 27, 2010 7:00
Posted in category Segurança

Segundo o Movimento Internet Segura e E-bit, o índice de confiança nas lojas virtuais brasileiras em 2009 foi de 85,98%. A consultoria e-bit informou que durante o ano de 2009, o índice atingiu 86,3%, A média foi calculada com base nos levantamentos mensais das empresas acima.

Para realização dessa pesquisa, foram utilizados mais de 1,4 milhão de perguntas entre os meses de janeiro e dezembro do ano passado. Segundo dados da pesquisa, o mês que obteve o índice mais baixo foi o de fevereiro (85,59%) e o mais alto, de agosto (87,29%).

O mês de agosto registrou aprovação de 87,29% dos consumidores brasileiros que compraram pela internet no período, o desempenho foi positivo e superou o mês anterior, julho que havia registrado a marca de 87,02%. Desde que a pesquisa de satisfação começou a ser realizada, em janeiro de 2009, o mês de agosto desse mesmo ano foi o que registrou melhor desempenho.

O mês de dezembro, que atrai consumidores para as compras de Natal, não surpreendeu, a satisfação ficou em 85,98%, abaixo da média. Para Reinaldo Martins, coordenador de marketing da Tray Sistemas, a confiabilidade que a loja virtual transmite através de um bom atendimento e facilidade para pagamento da compra é o que aumenta a sua reputação e conseqüentemente as vendas.

“O consumidor moderno está cada vez mais exigente e o comércio eletrônico é o principal meio no qual esse consumidor busca satisfazer esse grau de exigência por conta da grande variedade de itens para compras disponibilizados. Alinhado com esse fator o lojista precisa ser rápido no seu atendimento, respondendo dúvidas e entregando produtos dentro do prazo. Uma loja que disponibiliza facilidade no pagamento das compras com parcelamentos no cartão sem juros também está mais apta a satisfazer esse consumidor”, conclui Martins.

Fonte: Blog da Tray

 

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Parceria Shopping UOL e Curso de E-commerce

Friday, February 26, 2010 16:56